- Greg Brockman tem cerca de US$ 30 bilhões em participação na OpenAI, sem ter feito investimento próprio na empresa.
- A participação foi obtida como compensação em ações pelo trabalho dele na OpenAI, conforme depoimentos no julgamento movido por Elon Musk.
- Brockman afirmou que recebeu a participação em 2018, quatro anos antes do lançamento do ChatGPT, e que não participou da votação que aprovou o acordo.
- A OpenAI foi avaliada em US$ 852 bilhões em março, após rodada de captação superior a US$ 122 bilhões; a empresa avalia ainda a possibilidade de IPO no fim de 2026, com expectativa de chegar a até US$ 1 trilhão.
- O processo envolve Musk, Altman e Brockman, com acusações de transformação da OpenAI em empresa com fins lucrativos para enriquecimento próprio; a defesa cita acordo de 2017 que teria recompensado Brockman com US$ 10 milhões.
O presidente da OpenAI, Greg Brockman, tem uma participação de US$ 30 bilhões na empresa, obtida sem investimento pessoal. A compensação ocorreu na forma de ações, conforme apresentados durante o processo movido por Elon Musk.
A fatia de Brockman representa cerca de 3% da OpenAI. Ele afirmou que recebeu a participação em 2018, quatro anos antes do lançamento do ChatGPT, e que não participou da votação que aprovou o acordo. A declaração foi feita em audiência.
O caso envolve Musk contra Altman e Brockman, com o bilionário alegando que a OpenAI mudou de nonprofit para profit para enriquecer executivos. O julgamento começou em 2024 e continua em curso.
A OpenAI foi avaliada em cerca de US$ 852 bilhões em março, após uma rodada de US$ 122 bilhões liderada por Amazon, Nvidia, SoftBank e Microsoft. Brockman informou que a empresa estuda um IPO para o fim de 2026.
Segundo Brockman, a companhia considera manter a avaliação na casa de US$ 1 trilhão caso o IPO ocorra. A ação de Musk questiona a destinação de doações e a transformação da organização. O processo é acompanhado por investidores e analistas.
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