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Queda do petróleo derruba Petrobras e Prio; ações em baixa

Com recuo do petróleo após alívio no Oriente Médio, Petrobras e Prio caem na B3; PETR4 (-1,7%), PETR3 (-1%) e PRIO3 (-2%)

— Foto: Pixabay
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  • Às 12h, o petróleo Brent caiu 3,3%, para US$ 110,62 o barril, e o WTI recuou 4,6%, para US$ 101,56, com o recuo sendo reflexo do alívio nas tensões no Oriente Médio.
  • O recuo ocorre após o secretário de Defesa dos EUA dizer que o cessar-fogo com o Irã permanece válido, reduzindo o risco de escalada no Estreito de Ormuz.
  • Em bolsa brasileira, as ações de Petrobras caíram: PETR4 caiu 1,7% e PETR3 caiu 1%. PRIO3 registrou a maior perda, com queda de 2%.
  • O movimento de baixa reflete a correção após altas anteriores, quando tensões aumentaram no dia anterior com ataques envolvendo Irã e Emirados Árabes Unidos.
  • Mesmo com o alívio, o cenário permanece volátil: qualquer novo episódio pode elevar os preços do petróleo e o desempenho das ações do setor, segundo analistas.

As ações de petroleiras operam em queda nesta terça-feira, 5 de maio, acompanhando o recuo do petróleo na sessão da B3. A mudança ocorre após sinais de continuidade do cessar-fogo entre EUA e Irã, reduzindo o risco de interrupção na oferta.

Às 12h (horário de Brasília), o Brent caía 3,3% para US$ 110,62 o barril, e o WTI recuava 4,6% para US$ 101,56. A redução de tensões no Oriente Médio sustenta o movimento de baixa nos preços, conforme declarações de autoridades americanas sobre a trégua.

Na B3, Petrobras registrava quedas: PETR4 caía 1,7% e PETR3, 1%, ao mesmo tempo em que PRIO3 apresentava maior recuo, com queda de 2%. O movimento reflete o comportamento conjunto do setor ante o recuo do petróleo.

O recuo do petróleo ocorre após o secretário de Defesa dos EUA confirmar a validade do cessar-fogo com o Irã, diminuindo o risco de escalada militar no Estreito de Ormuz, rota estratégica de energia para o mundo.

Na véspera, os preços haviam subido mais de 4%, com tensões intensificadas após ataques envolvendo Irã e Emirados Árabes. O atual alívio geopolítico reduziu o prêmio de risco associado ao fornecimento global.

Para as ações, a relação direta com a cotação da commodity é clara: queda no barril costuma pressionar receitas e lucros das petrolíferas, impactando o desempenho dos papéis na bolsa.

Apesar do arrefecimento momentâneo, o cenário permanece volátil. Tensões na região continuam elevadas, e qualquer novo episódio pode manter ou reacender a alta dos preços do petróleo.

Bancos internacionais destacam que os estoques globais permanecem estruturamente apertados, sugerindo suporte a preços no médio prazo, mesmo com oscilações de curto prazo.

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