Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Rombo dos Correios pode chegar a R$ 10 bilhões em 2026, Durigan aponta

Durigan afirma que rombo dos Correios pode chegar a até R$ 10 bilhões em 2026, com plano de reestruturação que prevê cortes, aumento de receita e parcerias

Dario Durigan, ministro da Fazenda
0:00
Carregando...
0:00
  • O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que o rombo dos Correios pode chegar a R$ 10 bilhões em 2026, após déficit de R$ 4 bilhões em 2025.
  • A nova gestão apresentou um plano de reestruturação com corte de despesas, aumento de receitas, parcerias no Brasil e no exterior e revisão da cadeia logística.
  • Durigan afirmou que manter a universalização do serviço é um custo relevante para os Correios e que não defende estatais deficitárias.
  • Sobre privatização, ele não é contra, mas vê a medida como não resolutiva sozinha, defendendo maior flexibilidade para parcerias, incluindo joint ventures.
  • O objetivo é enfrentar o déficit com as medidas do plano, que o ministro chama de base para o “Correios do futuro”.

O rombo estimado para os Correios pode alcançar 10 bilhões de reais em 2026, segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan. O valor ocorre após prejuízo de 4 bilhões em 2025, conforme apresentado pela nova gestão da estatal.

Durigan afirmou, em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, que o plano de reestruturação prevê cortes de despesas, aumento de receitas e parcerias nacionais e internacionais. A estratégia também envolve revisão da cadeia logística da empresa.

Segundo o ministro, manter a universalização do serviço postal tem custo elevado, principalmente em áreas sem atuação de empresas privadas. Ele ressaltou que não defende estatais deficitárias e que o problema precisa ser enfrentado.

Sobre privatização

Durigan disse não ser contrário à privatização, mas argumentou que o tema por si só não solutiona o déficit. Ele também defendeu maior flexibilidade para parcerias na operação, incluindo joint ventures para armazenamento, entrega de medicamentos e notificações judiciais.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais