- O Banco de Brasília (BRB) foi questionado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) após a divulgação do jornal O Globo, que afirmou que a instituição beirou liquidez zero e estaria perto do limite para venda de carteiras.
- Em resposta, o BRB negou ter atingido insolvência e afirmou cumprir requisitos regulatórios de liquidez e capital.
- O banco disse que, diante dos impactos da aquisição de carteiras de crédito do Banco Master, adotou medidas de gestão de liquidez, evaluação de ativos e revisão de estratégias de captação.
- A instituição destacou que as informações da reportagem refletem interpretações de terceiros e não representam a posição formal da empresa nem conclusões técnicas sobre sua situação econômico-financeira.
- O BRB afirmou que continua em funcionamento regular e sob monitoramento de autoridades competentes, dentro do processo regular de supervisão prudencial.
O Banco de Brasília (BRB) negou ter atingido insolvência e afirmou cumprir os requisitos regulatórios de liquidez e capital. A instituição respondeu a questionamentos da CVM após a divulgação de uma notícia do jornal O Globo sobre liquidez próxima de zero e risco de venda de carteiras.
A nota do BRB destaca que houve impactos decorrentes da aquisição de carteiras de crédito do Banco Master. O banco diz adotar medidas contínuas de gestão de liquidez, em alinhamento com as regras vigentes, incluindo avaliação e possível alienação de ativos, além de revisar estratégias de captação.
Segundo o BRB, não procede a afirmação de insolvência ou de incapacidade de honrar compromissos. A instituição afirma manter funcionamento regular e acompanhamento constante dos requisitos de liquidez e capital, sob supervisão prudencial das autoridades competentes.
A instituição ressalta que as informações da reportagem refletem interpretações de terceiros e não correspondem à posição formal do BRB nem a conclusões técnicas oficiais sobre sua situação econômico-financeira.
A direção do BRB continua monitorando a operação e a cumprimento das normas regulatórias, segundo sua comunicação aos investidores e à CVM. A cobertura do caso permanece sob apuração das autoridades competente.
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