- O programa quinzenal Café com Investidor estreia nesta sexta-feira, 8 de maio, no CNN Money, em parceria com NeoFeed.
- O jornalista Ralphe Manzoni Jr., cofundador do NeoFeed, apresentará as conversas com grandes gestores e investidores do país.
- O episódio de estreia recebe Felipe Guerra, CIO e sócio-fundador da Legacy Capital, para discutir bolsa brasileira, fluxo de capital estrangeiro e impactos da geopolítica.
- Guerra afirma que a valorização da bolsa não reflete, necessariamente, melhora econômica interna, mas sim movimentos de alocação internacional e fluxo externo.
- O executivo ressalta que o ambiente global, com conflitos no Oriente Médio e alta de commodities, favorece países exportadores como o Brasil, e comenta volatilidade ligada às eleições de outubro.
O CNN Money e o NeoFeed lançam nesta sexta-feira, 8 de maio, o programa quinzenal Café com Investidor. A estreia ocorre às 19h45, com foco em mercado financeiro, estratégias de investimento e impactos do cenário global no Brasil. A cobertura integra a estratégia de ampliar conteúdos sobre investimentos.
Quem conduz é o cofundador do NeoFeed, Ralphe Manzoni Jr., e a atração recebe gestores e investidores de destaque no país. O objetivo é debater decisões de alocação, tendências de mercados e fatores macro que afetam o desempenho de ativos brasileiros.
A parceria CNN Money e NeoFeed reforça a atuação para ampliar a cobertura sobre investimentos, mercados e tomada de decisão financeira. O programa integra a grade do CNN Money e busca oferecer visão prática para especialistas e público interessado.
Primeiro episódio
O convidado da estreia é Felipe Guerra, CIO e sócio-fundador da Legacy Capital, gestora com aproximadamente R$ 15 bilhões sob gestão. A conversa aborda a recente alta da bolsa brasileira, o fluxo de capital estrangeiro e o cenário de juros elevados.
Guerra analisa ainda os impactos de tensões geopolíticas sobre os mercados e o papel do fluxo externo na sustentação do Ibovespa. Segundo o executivo, a valorização recente não indica melhoria estrutural da economia interna, mas sim movimento tático de alocação internacional.
O executivo destaca que o ambiente externo, marcado por conflitos no Oriente Médio e alta de commodities, favorece países exportadores como o Brasil. Ele afirma que o cenário global tem sido driver da alta recente de ativos locais, mesmo diante de incertezas domésticas.
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