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CEO da Dharma Politics afirma que não há tempo para outra solução sobre Desenrola

Governo afirma que não há tempo para nova solução única e aposta em Desenrola 2.0 com ações multifuncionais ante eleição e desconfiança econômica

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  • O Desenrola 2.0, programa de renegociação de dívidas, foi analisado por Creomar de Souza, CEO da Dharma Politics, em entrevista ao WW, da CNN Brasil, nesta segunda-feira.
  • Souza diz que o governo enfrenta corrida contra o tempo para encontrar soluções econômicas diante das eleições de outubro.
  • Segundo o analista, o governo vem explorando a narrativa de melhoria da economia construída na campanha de vinte e dois, mas admite que a realidade atual está mais distante da mesa de consumo.
  • Afirmou que não há tempo para buscar outra alternativa e que, se houver necessidade, pode haver evoluções do Desenrola para versões como 2,5 ou 3,0.
  • Para ele, a solução deve ser multifuncional, com ações que possam atender a diferentes frentes ao longo das semanas, em um governo sob pressão por popularidade e rejeição.

O Desenrola 2.0, programa de renegociação de dívidas, foi analisado por Creomar de Souza, CEO da Dharma Politics, em entrevista ao WW da CNN Brasil nesta segunda-feira (5). O especialista afirmou que o governo enfrenta pressa para encontrar soluções econômicas diante das eleições de outubro.

De Souza sustenta que, nos últimos quatro anos, o governo apostou na narrativa de recuperação econômica para o eleitor. Segundo ele, a promessa de 2022 de recolocar itens como picanha e cerveja na mesa perdeu força em 2026 por fatores internos e externos.

O analista foi categórico ao dizer que não há tempo para novas alternativas amplas. A avaliação é de que o governo tenta encontrar uma chave que não funcionou no passado, destacando que o foco está no Desenrola 2.0, com possibilidade de novas versões, caso haja necessidade.

A leitura é de que o processo eleitoral alimenta pessimismo e rejeição entre o eleitorado. Parte dos cidadãos estaria desmotivada a votar, enquanto quem já tem preferência parte para o apoio de um lado específico, sem vontade de mudança.

Para Creomar de Souza, a solução precisa ser multifuncional, atuando em várias frentes de forma coordenada. O governo seria capaz de aplicar medidas distintas a cada semana, mantendo o Desenrola como um eixo, e alternando com pautas como soberania ou outras políticas.

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