- O dólar comercial abriu em baixa de 0,49%, a R$ 4,8882.
- A queda reflete cenário mais pacífico no Oriente Médio, com sinal de recuo de Donald Trump em tirar barcos do Estreito de Ormuz.
- A divulgação do relatório de emprego da ADP nos EUA pode indicar o viés para os juros por lá, mantendo expectativa de juros elevados.
- Esse conjunto de fatores globais tende a sustentar o dólar e limitar uma queda maior da moeda no Brasil.
- Ontem, 5 de maio, o dólar fechou em queda de 1,12%, a R$ 4,9121, menor patamar desde fevereiro de 2024.
O dólar comercial abriu em queda de 0,49%, cotado a R$ 4,8882 nesta quarta-feira (6). O movimento segue uma leitura de fatores internos e externos, com foco no cenário geopolítico e no mercado de trabalho norte-americano.
A redução das tensões no Oriente Médio ganha destaque após o sinal de recuo de Donald Trump em relação ao projeto para retirar barcos do Estreito de Ormuz. O avanço pode elevar o apetite por risco globalmente, influenciando a oferta de ativos de renda variável e câmbio.
Além disso, o mercado digere a divulgação do relatório de emprego da ADP nos EUA, que pode indicar o ritmo da economia e a trajetória da política de juros. Espera-se que dados melhores reforcem a incidência de juros elevados nos EUA, sustentando o dólar possivelmente frente a outras moedas.
Ontem, o dólar fechou em queda frente ao real, recuando 1,12% e fechando a R$ 4,9121, menor patamar desde fevereiro de 2024. A leitura reforça a volatilidade típica de curto prazo no câmbio brasileiro diante de sinais globais variados.
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