- Itaú Unibanco informou lucro recorrente de R$ 12,2 bilhões no primeiro trimestre de 2026, queda de 0,3% vs. o trimestre anterior e alta de 10,4% vs. o mesmo período de 2025, em linha com estimativas de analistas.
- O retorno sobre o patrimônio (ROE) ficou em 24,8% no trimestre, sinalizando alta rentabilidade e eficiência operativa.
- Pontos positivos incluem qualidade da carteira de crédito, crescimento da carteira e inadimplência controlada, com margem gerencial financeira de R$ 32,3 bilhões.
- Desafios e pontos de atenção: redução no resultado da tesouraria pela volatilidade da curva de juros, aumento de despesas com tecnologia e pessoal e ligeira elevação das provisões.
- Opiniões de especialistas apontam manutenção de posições para longo prazo; o mercado já esperava bom resultado e o Itaú é visto como ativo estável, ainda que não espere grandes movimentos no curto prazo.
O Itaú Unibanco (ITUB4) divulgou o resultado do primeiro trimestre de 2026, com lucro recorrente de R$ 12,2 bilhões. Comparado ao trimestre anterior, houve queda de 0,3%, e alta de 10,4% ante o mesmo período de 2025. O resultado ficou próximo das estimativas dos analistas.
A qualidade da carteira de crédito e a geração de receitas sustentaram o desempenho, mesmo diante de juros elevados. O ROE no trimestre ficou em 24,8%, apontando alta rentabilidade para os acionistas em relação a períodos anteriores.
Entre os pontos positivos, destacam-se a boa rentabilidade, a margem gerencial robusta com receita de R$ 32,3 bilhões, e a expansão da carteira de crédito com inadimplência abaixo da média do setor.
Entre os pontos de atenção, a tesouraria registrou queda devido à volatilidade da curva de juros, houve aumento de custos com tecnologia e pessoal, e as provisões subiram levemente na comparação anual.
Análise de especialistas indica que as ações do banco seguem com desempenho sólido e previsível. Um deles aponta que o Itaú permanece com alta qualidade de crédito e controle de inadimplência, reforçando a atratividade no longo prazo.
Outro analista ressalta que o resultado é consistente com o tamanho e a maturidade do Itaú, ainda que o mercado já esperasse boa performance, limitando surpresas no curto prazo. A leitura geral é de continuidade do desempenho estável.
Na prática, a recomendação de manter e buscar ganho de longo prazo aparece entre os especialistas, especialmente em momentos de queda de preços, mesmo diante de possíveis pressões de curto prazo.
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