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Lufthansa aumenta tarifas e reduzirá voos por bloqueio de Ormuz

Lufthansa afirma que o bloqueio do Estreito de Ormuz eleva custo de combustível em €1,7 bilhão, pressiona preços e reduz voos, apesar da demanda ainda firme

Airbus A380 da Lufthansa
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  • A Lufthansa informou que aumentará os preços das passagens e reduzirá voos para compensar um aumento estimado de € 1,7 bilhão na conta de combustível, devido ao fechamento do Estreito de Ormuz.
  • A companhia alemã diz que o conflito no Oriente Médio traz enormes desafios para o setor e que a disponibilidade de combustível no fim do ano é um risco adicional.
  • Apesar disso, a Lufthansa afirma que a demanda por viagens permanece alta e espera uma temporada de verão forte.
  • Globalmente, companhias como Qantas, Turkish Airlines, Virgin Atlantic e United já ajustaram preços ou reduziram voos por causa da guerra.
  • A Cirium aponta que, em maio, as companhias cortaram 13.000 voos, equivalente a quase 2 milhões de assentos.

A Lufthansa anunciou nesta quarta-feira, 6, que vai reajustar os preços das passagens e reduzir a oferta de voos. a medida busca compensar um aumento estimado de 1,7 bilhão de euros na conta de combustível de aviação este ano, em decorrência do bloqueio no Estreito de Ormuz.

A companhia explicou que o conflito no Oriente Médio cria desafios significativos para o setor aéreo. Além do aumento de custos, a Lufthansa citou a possibilidade de queda na disponibilidade de combustível no fim do ano como fator de risco adicional.

Apesar das pressões, a empresa ressaltou que a demanda por viagens permanece elevada e projetou uma temporada de verão robusta. Outras companhias globais já ajustaram tarifas ou reduziram voos em função da guerra.

Vários grupos aéreas já adotaram medidas semelhantes, entre eles a Qantas, Turkish Airlines, Virgin Atlantic e United, segundo informações de mercado. As mudanças incluem ajustes de preço e cortes na malha de voos.

De acordo com a Cirium, empresa de análise de aviação, companhias ao redor do mundo cancelaram cerca de 13.000 voos em maio, o que representa praticamente 2 milhões de assentos removidos das programações. Esse patamar evidencia o impacto contínuo da crise na operação global.

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