- Petroleiras brasileiras operam em forte queda, com PETR4 caindo 3,1% a R$ 47,13 e PETR3 recuando 3,2% a R$ 51,83.
- Prio tombava 4,5%, a R$ 66,36; Brava Energia perdia 2,3%, cotada a R$ 18,06.
- O movimento acompanha a queda do petróleo, com o barril caindo cerca de 6% no exterior após recuar mais de 8% mais cedo.
- A queda do petróleo reduz as perspectivas de receita e geração de caixa das petroleiras.
- O recuo é impulsionado por avanços nas negociações entre Estados Unidos e Irã para um possível acordo de paz no Oriente Médio.
As ações das petroleiras brasileiras caíram nesta quarta-feira (6), pressionadas pela desvalorização do petróleo no mercado internacional. O recuo acompanha avanços nas negociações entre EUA e Irã para um possível acordo de paz e continuidade das conversas nucleares.
Entre as grandes companhias, Petrobras registrava queda em seus papéis. A preferência (PETR4) caía 3,1%, aos R$ 47,13, e o ordinário (PETR3) recuava 3,2%, a R$ 51,83, por volta de 10h20. A pressão reflete menor expectativa de receita com o petróleo mais baixo.
Entre as independentes, Prio (PRIO3) apresentava maior tombamento, com queda de 4,5%, negociada a R$ 66,36. Brava Energia (BRAV3) perdia 2,3%, cotada a R$ 18,06. O petróleo Brent operava com queda próxima de 6% no exterior, após recuo de mais de 8% mais cedo.
Queda do petróleo influencia ações do setor
A variação negativa do barril impacta diretamente as expectativas de geração de caixa das petroleiras, especialmente para os players com maior dependência de preços de referência. O movimento reverte parte do cenário de alta recente no setor.
Contexto internacional e desdobramentos
A crise geopolítica volta a ganhar peso no câmbio de riscos globais, à medida que as negociações EUA-Irã ganham fôlego para um memorando de entendimento sobre o fim de conflitos e avanços nucleares. O mercado monitora desdobramentos e impactos na oferta.
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