- Cartórios extrajudiciais ganham destaque como ferramenta para melhorar a Justiça e o acesso da população.
- Dados da ANOREG/BR, divulgados na edição de Cartórios em Números, mostram que desde 2007 a Lei nº 11.441 levou a mais de 2,3 milhões de inventários e 1,1 milhão de divórcios consensuais realizados em cartório.
- O seguro de responsabilidade civil profissional para cartórios e notários é visto como forma de reparar danos e manter a segurança e a continuidade da serventia.
- A apólice cobre indenizações, defesa jurídica, custas processuais e honorários, acionando-se quando há notificação de responsabilização civil.
- Com a digitalização, surgem novos riscos tecnológicos; as coberturas modernas passam a incluir riscos ligados a sistemas, assinaturas digitais e gestão de dados.
O seguro de responsabilidade civil profissional para cartórios e notários ganha importância com a expansão das atividades extrajudiciais. A Genebra Seguros destaca o papel estratégico dessa modalidade para fortalecer a segurança jurídica e a confiança da sociedade.
Cartórios extrajudiciais brasileiros têm ganhado destaque na melhoria da Justiça e no acesso a soluções rápidas. Dados de ANOREG/BR indicam que, desde 2007, com a Lei 11.441, milhões de inventários e divórcios consensuais deixaram de sobrecarregar tribunais ao serem feitos no cartório.
Essa desjudicialização reforça a necessidade de proteção. O seguro de responsabilidade civil profissional é apresentado como ferramenta de segurança jurídica, apta a sustentar a continuidade das serventias frente a riscos inerentes à atividade.
Segundo Guilherme Silveira, CEO da Genebra Seguros, o seguro garante reparação rápida de danos decorrentes de erros profissionais. O objetivo é manter a estabilidade das relações jurídicas e a prestação segura do serviço cartorial.
A cobertura atua contra prejuízos financeiros decorrentes de erros, omissões ou falhas no exercício da atividade. Inclui defesa jurídica, custas processuais e honorários, além de assistência técnica para casos complexos.
Riscos típicos envolvem erros materiais em registros, falhas na análise documental e divergências de interpretação de normas. Mesmo com equipes qualificadas, o alto volume de atos eleva a exposição ao risco.
O funcionamento da apólice é simples: ao recebimento de notificação de responsabilização, a corretora é acionada, ocorre a análise do caso e, se coberta, inicia-se o acompanhamento jurídico e a cobertura de custos de defesa.
A transformação digital dos serviços cartorários traz novos desafios. Riscos ligados a sistemas digitais, validação de documentos e assinaturas eletrônicas demandam ajustes nas apólices, para proteção total.
Para acompanhar a evolução, as apólices modernas passam a contemplar riscos tecnológicos, mantendo o equilíbrio entre defesa, custos e indenizações, dentro dos limites contratados.
O tema reforça a importância da governança de risco nas serventias. O seguro atua como camada adicional de proteção, assegurando a continuidade das atividades mesmo diante de litígios.
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