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Balança comercial registra superávit de US$ 10,53 bilhões em abril

Balança encerra abril com superávit de US$ 10,53 bilhões, maior para o mês desde 1989, puxado por exportações de US$ 34,1 bilhões e alta de 14,3%

Foto: Freepik
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  • Balança comercial fechou abril com superávit de US$ 10,53 bilhões, o melhor resultado para o mês desde o início da série histórica, em 1989.
  • Exportações somaram US$ 34,1 bilhões, alta de 14,3% na média diária; importações ficaram em US$ 23,6 bilhões, alta de 6,2% na média diária.
  • Nos quatro primeiros meses de 2026, o saldo acumulado é de US$ 24,78 bilhões, incremento de 43,5% em relação ao mesmo período de 2025.
  • No acumulado do ano, exportações somam US$ 116,55 bilhões (↑ 9,2% na média diária) e importações US$ 91,77 bilhões (↑ 2,5%).
  • Em abril, as exportações continuam concentradas em produtos básicos (soja, petróleo, minérios); China e União Europeia são os principais destinos, com os Estados Unidos em terceiro lugar.

O governo informou que a balança comercial fechou abril com superávit de US$ 10,53 bilhões. O anúncio foi feito pelo MDIC nesta quinta-feira, 7, e marca o melhor resultado para meses de abril desde 1989.

O saldo representa alta de 37,5% frente a abril de 2025, quando foi US$ 7,66 bilhões, consolidando o mês mais favorável desde o início da série histórica. Exportações somaram US$ 34,1 bilhões em abril e importações US$ 23,6 bilhões, com crescimentos de 14,3% e 6,2% na média diária, respectivamente.

Nos quatro primeiros meses de 2026, o superávit acumulado é de US$ 24,78 bilhões, 43,5% acima de 2025. As exportações acumuladas atingem US$ 116,55 bilhões, com alta de 9,2% na média diária; as importações somam US$ 91,77 bilhões, +2,5%.

Exportações em abril

Nos primeiros quatro meses do ano, os destaques das exportações continuam concentrados em produtos básicos, como soja, petróleo e minérios. China e União Europeia permanecem como principais destinos das vendas externas.

Destinos das exportações

Os Estados Unidos aparecem na terceira posição entre os mercados compradores do Brasil, ao lado de China e UE, que mantêm-se como destinos centrais para as exportações brasileiras.

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