- O The Wall Street Journal informou que a Apple pode voltar a fabricar chips para seus dispositivos, com a Intel como possível fornecedora, mas as empresas não comentaram.
- As negociações teriam ocorrido há mais de um ano, com um acordo preliminar firmado nos últimos meses, ainda sem divulgação oficial.
- A Apple hoje depende da Taiwan Semiconductor Manufacturing Company para fabricar seus chips, incluindo os de 3 nanômetros.
- A Intel Foundry, divisão responsável pela fabricação de chips para terceiros, é citada como possível alternativa para reduzir atrasos na remessa de componentes.
- Além da Intel, a Apple estaria conversando com a Samsung; até o momento não houve encomendas e representantes não se pronunciaram.
A Apple pode retomar a fabricação de chips para seus dispositivos, segundo o The Wall Street Journal. A notícia, publicada na sexta-feira, aponta que a negociação está em andamento há mais de um ano. A Intel estaria envolvida no possível acordo, ainda sem confirmação das empresas.
A reportagem afirma que as conversas avançaram nos últimos meses após um acordo preliminar entre as partes. Não houve pronunciamento oficial por parte da Apple, da Intel nem de terceiros citados no material.
A ideia seria diversificar a cadeia de suprimentos da Apple, que atualmente depende da TSMC para fabricar seus chips, especialmente os de processos de 3 nm. A alta demanda de IA tem pressionado o mercado global de semicondutores.
Alternativa à TSMC
A Intel Foundry, divisão de fabricação de semicondutores da empresa, seria a possível fornecedora de chips para a Apple. Não está claro se o acordo envolve modelos específicos de produtos ou uma linha de dispositivos.
Outras frentes de negociação incluem a Samsung, apontada pela Bloomberg como parceira potencial. Visitas a fábricas da gigante sul-coreana teriam sido feitas por representantes da Apple.
Até o momento, não houve encomendas e nem confirmação de parte de Apple, Intel, Samsung ou TSMC. As fontes consultadas destacam que as empresas não comentaram os rumores.
Entre na conversa da comunidade