- O dólar à vista fechou em R$ 4,8942, queda de 0,59%, com mínima de R$ 4,8902 e máxima de R$ 4,9147; na semana, a desvalorização foi de 1,16%.
- Atingiu abaixo de R$ 4,90 pela primeira vez desde janeiro de 2024.
- O movimento foi impulsionado por dados mais fracos de ganho salarial nos Estados Unidos e por alívio no risco geopolítico.
- Ao redor do fechamento, o euro comercial ficou em R$ 5,7652, queda de 0,23%; o índice DXY caiu 0,20%, para 97,872 pontos.
- No exterior, a maioria das moedas mais líquidas avançava contra o dólar, com o real entre os melhores desempenhos do dia.
O dólar à vista encerrou a sessão desta sexta-feira em queda frente ao real, caindo pela primeira vez desde janeiro de 2024 abaixo de R$ 4,90. A desvalorização na semana chegou a 1,16%, sinalizando maior regularidade para a moeda brasileira.
A queda veio acompanhada de dados nos EUA que mostraram ganho salarial mais fraco, o que ajudou a pressionar o dólar. No entanto, o mercado manteve um tom de otimismo em relação à geopolítica, mesmo sem sinais novos de avanço entre EUA e Irã.
Nesta sexta, o dólar fechou em baixa de 0,59%, cotado a R$ 4,8942. A cotação oscilou entre R$ 4,8902 (mínima) e R$ 4,9147 (máxima). O euro comercial caiu 0,23%, para R$ 5,7652.
No cenário externo, a maioria das moedas líquidas avançou contra o dólar, com o índice DXY caindo 0,20%, aos 97,872 pontos. O comportamento relativo ajudou o real a apresentar um dos melhores desempenhos do dia entre as principais moedas.
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