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Experiência Itaú Empresas Goiânia: decisões, tecnologia e cultura sob pressão

Goiânia sedia Experiência Itaú Empresas sobre cultura de inovação e IA, destacando decisões estratégicas, melhoria da gestão e crescimento de PMEs

Foto: Cristiano Borges/Estadão Blue Studio
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  • O Itaú promoveu a Experiência Itaú Empresas em Goiânia, com o tema cultura de inovação e IA aplicada aos negócios, reunindo cerca de 300 empresários; a transmissão ocorreu pelo Estadão e pela instituição financeira.
  • O objetivo foi discutir como decisões estratégicas, cultura organizacional e uso de inteligência artificial têm redefinido o crescimento das empresas.
  • Histórias reais mostraram trajetórias distintas: Perdomo Doces ampliou a escala abrindo drive-thru um ano antes da pandemia; Longevità ampliou a gestão com tecnologia e padronização; Arena destacou formação de pessoas em um ambiente hiperconectado.
  • Os relatos apontam que o crescimento vem de decisões tomadas em momentos de pressão, apoiar escolhas como contratação, investimento e gestão de caixa, com dados qualificados para transformar informação em ação.
  • Ao encerrar, o especialista Arthur Igreja ressaltou que a IA aumenta a produtividade dos processos de apoio, sem substituir o julgamento humano, e que empresas sem uso escalar da IA perdem competitividade.

Em Goiânia, cerca de 300 empresários participaram da Experiência Itaú Empresas, promovida pelo banco, com o tema Cultura de inovação e IA aplicada aos negócios. O objetivo foi mostrar como decisões estratégicas, cultura organizacional e uso de IA moldam o crescimento das empresas. O evento foi transmitido ao vivo pelo Estadão e pela instituição financeira.

O encontro ocorreu em um momento em que decidir rapidamente virou condição de sobrevivência. Profissionais da região discutiram como combinar coragem, método e dados qualificados para transformar informação em ação, reduzindo riscos e elevando a eficiência gerencial.

O Itaú reforçou a importância do suporte próximo ao empresário, destacando o peso das micro, pequenas e médias empresas na economia. A proximidade de crédito com visão ampla de gestão ganhou espaço na relação entre banco e clientes.

Ambiente local

Bruno Machado, diretor de Negócios do Itaú Empresas, afirmou que Goiânia foi escolhida pela dinâmica econômica da região e pela necessidade de oferecer conteúdo estratégico para decisões diárias. Ele ressaltou o papel das PMEs no PIB e na geração de empregos.

Segundo o executivo, o modelo de atuação está evoluindo para uma relação mais consultiva. O crédito continua relevante, mas integra uma gestão de negócio baseada em dados, com apoio a decisões como contratar, investir ou preservar caixa em períodos incertos.

Machado explicou que a combinação entre conhecimento local, proximidade e dados qualificados permite transformar informação em ação, elevando a qualidade das decisões e reduzindo riscos ao longo do caminho.

Histórias reais

No talk show, três trajetórias ilustraram a necessidade de decisões estruturais em momentos de pressão. Mariana Perdomo, CEO da Perdomo Doces, descreveu como a independência financeira nasceu de um desejo pessoal e de transformar a gastronomia em negócio maior.

Fábio de Faria, CEO da Longevità, destacou o papel da padronização e da tecnologia para sustentar o crescimento em um modelo de saúde personalizado, com foco em rastreabilidade e segurança.

Henrique de Oliveira, sócio do Colégio Arena, enfatizou a formação de pessoas em um ambiente hiperconectado, com atenção ao talento dos alunos além do desempenho acadêmico.

Decisão crítica

Mariana lembrou que abrir um drive-thru um ano antes da pandemia foi decisivo, permitindo operação estável quando o isolamento chegou. Fábio apontou que a profissionalização da gestão e o investimento em tecnologia foram determinantes para o avanço da Longevità.

Para Henrique, a pandemia funcionou como divisor de águas, fortalecendo vínculos com famílias e equipes e gerando maior resiliência.

Nova lógica

Ao encerrar, o especialista Arthur Igreja explicou que IA já amplia a produtividade nos bastidores, impactando os processos de apoio. A eficiência gerada não substitui o julgamento humano, segundo ele, que alertou para riscos sem repertório adequado.

Igreja ressaltou a inevitabilidade da adoção em grande escala, mas ponderou que o diferencial continua sendo humano, com tecnologia servindo de complemento. O movimento tende a avançar com ou sem resistência.

Bruno Machado apresentou dados de Goiás: empresas acompanhadas tendem a planejar melhor, diversificar atividades e enfrentar cenários diversos, aumentando a taxa de persistência após cinco anos.

Valor humano

A discussão sinalizou que IAficará cada vez mais acessível, mas o que diferencia empresas será a capacidade de análise, repertório e tomada de decisão. Inovar deixou de ser opção, combinando tecnologia e estratégia para gerar valor real.

O especialista reforçou que o desafio está na aplicação prática e no papel de cada gestor nesse novo contexto, destacando a importância de definir o que é único e valioso em cada negócio.

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