- O Ibovespa abriu em alta nesta sexta-feira, 8, aos 183.760 pontos, com apoio de bancos, Vale e Petrobras.
- Vale sobe quase 1% e contribui para o desempenho positivo do índice; Petrobras também opera em alta, acompanhando a estabilidade do petróleo no mercado internacional.
- Grandes bancos registram ganhos e o setor de varejo e saúde também operam no azul, com Hapvida avançando mais de três por cento.
- Cemig sobe após divulgar resultados do primeiro trimestre; Embraer é monitorada por comentários do CEO sobre impactos da alta de combustíveis e perspectivas do KC-390.
- O dólar fica próximo de R$ 4,90, com investidores de olho em dados econômicos e nas expectativas de juros no Brasil e no exterior.
O Ibovespa abriu a sessão de sexta-feira em alta, sustentado por bancos, commodities e varejo. O movimento acompanha balanços corporativos e declarações de executivos de grandes empresas.
Às 10h10, o principal índice da B3 avançava 0,30%, aos 183.760 pontos, após deixar os leilões em território positivo. O desempenho reflete uma combinação de fatores macro e setoriais.
Na B3, Vale registra alta de quase 1%, puxando o desempenho dos papéis de commodities. Petrobras também opera em alta, com o petróleo estável no mercado internacional. Bancos apresentaram ganhos generalizados.
Destaques do dia mostram Hapvida no azul, com alta superior a 3% no início dos negócios. O setor de varejo e saúde contribuem para o viés positivo do índice. Cemig sobe após divulgar resultados do trimestre.
Balanços e Embraer no radar
O mercado acompanha os balanços do 1º trimestre, com impactos observados entre terceiros. A Embraer aparece entre os ativos de interesse devido a comentários do CEO sobre combustíveis e expansão de vendas do cargueiro KC-390.
Segundo Francisco Gomes Neto, ainda não houve impacto relevante sobre a demanda, apesar do ambiente mais desafiador para companhias aéreas. As comunicações influenciam as expectativas para o setor.
No câmbio
O dólar opera próximo de R$ 4,90, com investidores monitorando dados econômicos futuros e as perspectivas de juros no Brasil e no exterior. O cenário atual sustenta a percepção de continuidade de fluxo positivo para ativos locais.
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