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Marcus Buaiz fala sobre escala 6×1: é preciso achar um meio do caminho

Marcus Buaiz defende debate e meritocracia, explica liderança colaborativa e avalia a escala 6×1 como meio do caminho entre posições políticas

Marcus Buaiz (Valmir Moratelli/VEJA)
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  • Marcus Buaiz lança o livro As 7 Leis da Conexão no dia 20 de maio e comenta à coluna GENTE sobre empreendedorismo e networking.
  • Ele diz que não se faz um projeto sozinho e que é preciso delegar e rodear-se de pessoas com mais experiência para complementar.
  • O empresário diferencia líder de chefe — o líder organiza decisões e dá poder aos membros da equipe, defendendo a meritocracia.
  • Sobre a escala 6×1, ele defende debate entre esquerda, direita e visão de centro, destacando a saúde física e mental do trabalhador e o equilíbrio entre trabalho e vida.
  • A principal lição do livro é o valor dos relacionamentos autênticos, que conectam pessoas e mudam a vida pessoal e profissional, segundo o autor.

Marcus Buaiz concedeu entrevista à coluna GENTE sobre o livro As 7 Leis da Conexão, que será lançado em 20 de maio pela editora Citadel. O empresário participou do Gramado Summit e falou sobre liderança, networking e estratégias de negócio.

Na conversa, ele explicou que aprendeu a não personificar projetos e que é preciso delegar para escalar. Buaiz afirmou que liderar envolve decisões solitárias, mas o sucesso está em cercar-se de pessoas competentes.

Sobre a equipe, ele destacou a importância de trazer experts para complementar o trabalho. O empreendedor disse que o líder não domina tudo, mas organiza processos e dá autonomia aos membros para decisões com responsabilidade.

Quanto ao estilo de gestão, Buaiz afirmou que o chefe usa o poder da posição, enquanto o líder envolve a equipe. Ele defende a meritocracia e afirma que a melhoria vem do envolvimento coletivo e da decisão compartilhada.

No debate sobre a escala 6×1, o empresário descreveu uma visão de centro, valorizando diálogo entre esquerda e direita. Ele defende unir ideias para fortalecer o Brasil, mantendo foco no bem-estar do trabalhador.

Ele também reforçou que a discussão deve buscar o melhor caminho, equilibrando saúde física e mental dos empregados com produtividade. Para ele, o autoconhecimento é parte essencial do desempenho.

Entre as lições do livro, Buaiz aponta o poder dos relacionamentos. Segundo ele, a conexão genuína supera o conceito de networking estratégico e transforma a vida pessoal e profissional.

Sobre o ambiente de negócios brasileiro, ele apontou altos impostos e margens de rentabilidade estreitas. Ainda assim, vê potencial de crescimento quando há prosperidade e geração de empregos.

Ao finalizar, o empresário reforçou que a missão do livro é mostrar como as conexões podem impulsionar negócios. A obra traz sete linhas da conexão que, segundo ele, ajudam a alcançar resultados.

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