- Estudo Acrobacia Financeira mostra que brasileiros recorrem a crédito e parcelamentos como tecnologia de sobrevivência diante da inflação e orçamento pressionado.
- Cartão de crédito é a principal ferramenta de apoio para 56% que usaram crédito no último ano; para as classes C, D e E, o cartão funciona como extensão da renda.
- Hacks financeiros comuns incluem 39% que usam o limite do cartão para quitar contas básicas, 31% que pagam o mínimo de boletos e 30% o mínimo da fatura, além de 28% utilizarem o Pix parcelado.
- O Pix parcelado surge como substituto moderno de cheques pré-datados, com 44% das classes D e E recorrendo ao pagamento mínimo para manter serviços básicos.
- Desafios: quase metade já teve crédito negado; 74% confiam em aplicativos que entendam o contexto de “malabarismo” financeiro, e o Inter oferece o Meu Crédito via super app com taxas acessíveis.
O cenário econômico instável no Brasil tem levado muitos consumidores a usar crédito e parcelamentos como ferramenta de sobrevivência. Pesquisa realizada pela Consumoteca em parceria com o Inter aponta que esse comportamento se tornou uma forma de gestão do dia a dia.
O estudo, intitulado Acrobacia Financeira, mostra que os problemas de orçamento levam a mudanças no uso de produtos bancários. 45% dos endividados indicam o aumento do custo de vida como principal origem das dívidas.
Segundo a pesquisa, o crédito deixa de ser apenas conveniência para se tornar fluxo de caixa momentâneo. 62% dos entrevistados precisam decidir o que pagar quando o dinheiro não alcança o suficiente.
Uso estratégico do crédito
O cartão de crédito aparece como principal suporte para 56% dos brasileiros que recorreram ao crédito no último ano. Entre as classes C, D e E, o cartão funciona como extensão da renda.
Entre as táticas detectadas, destacam-se:
- pagamento de contas com limite do cartão para ganhar tempo;
- pagamento mínimo de boletos ou da fatura em momentos de crise;
- Pix parcelado para fracionar despesas que exigiriam pagamento à vista.
O Pix parcelado e a gestão de caixa
O Pix parcelado já é utilizado por 28% da população para manter consumo de itens essenciais sem saldo imediato. A prática é mais comum entre as classes D e E, onde 44% recorrem ao pagamento mínimo para evitar a interrupção de serviços básicos.
Diferentes do que orienta a educação financeira tradicional, esse comportamento é pautado pela urgência. 91% dos entrevistados desejam aprender mais sobre finanças, porém buscam soluções práticas para situações do dia a dia.
Desafios e serviço ao cliente
A falta de transparência na concessão de crédito é apontada como uma das maiores frustrações. Quase metade já vivenciou estresse financeiro com negativas de crédito, gerando ansiedade.
Para as instituições, o desafio é oferecer soluções estruturadas que reconheçam esse modo de uso. O público demonstra confiança em aplicativos que ajudam a entender o contexto de uso do crédito e apresentar opções acessíveis.
O Inter tem destaque com taxas competitivas e o Meu Crédito, ferramenta do super app que centraliza solicitações, acompanhamento e orientações para o aperfeiçoamento do perfil financeiro.
Perguntas frequentes
- O que são os hacks financeiros? Manobras como pagar o mínimo, parcelar boletos via Pix ou usar o cartão para contas básicas para estender prazos.
- O Pix parcelado é dívida? Para muitos consumidores, dívidas só contam quando há atraso; parcelamentos com pagamento oportuno são vistos como gestão de fluxo de caixa.
- Por que o pagamento mínimo? Mantém o caixa tranquilo em meses de custos elevados ou imprevistos, evitando inadimplência total.
- Como a tecnologia ajuda? Apps que automatizam parcelamentos oferecem visibilidade das taxas, ajudando a escolher o hack menos oneroso.
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