- O dólar caiu 0,06% nesta segunda-feira, 11 de maio de 2026, fechando a R$ 4,891, com máxima de R$ 4,904 e mínima de R$ 4,886.
- O Ibovespa caiu 1,91%, aos 181.908,87 pontos, refletindo aversão ao risco global.
- Os bancos acompanharam queda: Bradesco caiu 2,69%, Santander recuou 2,52% e Itaú perdeu 2,25%.
- O petróleo avançou 3%, para US$ 104,33, após EUA terem recusado contraproposta do Irã para acordo de paz.
- O estreito de Ormuz, que concentra cerca de 20% do petróleo mundial, permanece fechado.
O dólar encerrou em leve queda, com baixa de 0,06% na sessão desta segunda-feira, 11 de maio de 2026, cotado a R$ 4,891. A moeda oscilou entre R$ 4,886 e R$ 4,904 ao longo do dia. O Ibovespa, principal índice da B3, caiu 1,91%, aos 181.908,87 pontos.
A aversão ao risco dominou os mercados globais diante da falta de acordo entre EUA e Irã. O resultado foi um dia de quedas generalizadas e maior aversão a ativos de risco.
Entre os ativos brasileiros, os bancos atuaram no negativo, pressionando o pregão. Bradesco recuou 2,69%, Santander caiu 2,52% e Itaú registrou queda de 2,25%.
O petróleo registrou subida de cerca de 3%, a US$ 104,33 o barril. O movimento ocorre após os EUA terem recusado a contraproposta iraniana para um acordo de paz, elevando preocupações sobre o fornecimento.
O estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo consumido no mundo, permanece fechado. A situação sustenta a pressão sobre preços globais e influencia a percepção de risco nos mercados.
Fatores de mercado
- Investidores monitoram desdobramentos geopolíticos, com especial atenção a potenciais acordos entre Washington e Teerã.
- Com isso, a volatilidade deve permanecer elevada nas próximas sessões, impactando câmbio, ações e commodities.
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