- Dois ex-funcionários do Google, Praneet Dutta e Joe Cheuk, fundaram a Pomo em 2025, após captar US$ 4,5 milhões na primeira rodada, antes de completar um ano de empresa.
- Eles se conheceram em 2017, num Uber compartilhado, e abandonaram cargos no DeepMind, Meta e Databricks para empreender em IA.
- A Pomo, com sede em Palo Alto, usa IA para acelerar decisões de marketing e é formada por uma equipe enxuta de seis pessoas, com cinco engenheiros que trabalham com agentes de IA.
- O impulso veio em 2024, quando houve mudança de paradigma nos modelos de IA; ambos receberam o green card americano, permitindo o salto operacional sem problemas migratórios.
- O caso da Pomo ilustra um movimento maior na era da IA: startups rápidas ganhando espaço frente a demissões de gigantes como Google, Meta e Amazon.
Eles se conheceram em uma carona de Uber em 2017, quando trabalhavam no Google. Quase uma década depois, deixaram DeepMind, Meta e Databricks para fundar a Pomo. A startup captou US$ 4,5 milhões antes de completar um ano.
Praneet Dutta, 32 anos, é CEO, e Joe Cheuk, 33, CTO. A parceria levou à criação da Pomo, sediada em Palo Alto. A empresa aposta na velocidade como diferencial na era da IA, acelerando decisões de marketing com IA.
A guinada ocorreu em 2024, segundo os fundadores. Eles entrevistaram profissionais de marketing para validar a ideia de acelerar decisões corporativas que hoje demoram semanas. O timing coincidiu com mudanças no setor de IA.
Eles destacam que a diferença entre big tech e startup está na velocidade de decisão. Em equipe enxuta, cada hora de hesitação tem custo. A Pomo opera com seis pessoas, usando agentes de programação por IA para desenvolver o produto.
A sociedade entre Dutta e Cheuk demonstra o movimento de saída de talentos das grandes empresas para empreender em IA. O caso sugere que, na nova economia da IA, velocidade de execução é crucial para o sucesso.
Entre na conversa da comunidade