- Direcional Engenharia registrou receita líquida de R$ 1,2 bilhão no 1T26, alta de 30% frente ao mesmo período do ano anterior.
- Vendas brutas totalizaram R$ 1,9 bilhão, em alta de 29%, com lançamentos de R$ 1 bilhão em Valor Geral de Vendas (VGV).
- Margem bruta ajustada chegou a 42,9%, o maior nível já registrado; EBITDA ajustado foi de R$ 328 milhões, com margem de 28,2%.
- Lucro operacional ficou em R$ 200 milhões no trimestre, margem de 17,2%; ROE anualizado chegou a 38%.
- Dívida líquida de R$ 613 milhões e alavancagem de 24%; a empresa monitora pressões inflacionárias e mantém confiança em margens via disciplina de custos e precificação.
A Direcional Engenharia (DIRR3) registrou desempenho robusto no 1T26, impulsionado pela demanda resiliente e vendas em todas as regiões. A receita líquida ficou em R$ 1,2 bilhão, alta de 30% frente ao 1T25.
As vendas brutas somaram R$ 1,9 bilhão, alta de 29%. O Valor Geral de Vendas (VGV) atingiu R$ 1 bilhão, sinalizando fôlego no período.
A margem bruta ajustada atingiu 42,9%, novo recorde histórico. O EBITDA ajustado ficou em R$ 328 milhões, com alta de 40% e margem de 28,2%.
Independente das margens, o lucro operacional chegou a R$ 200 milhões, com margem de 17,2%. O ROE anualizado avançou para 38%.
Na parte financeira, a dívida líquida ficou em R$ 613 milhões, com alavancagem de 24%. A estrutura de capital é descrita pela companhia como equilibrada.
A empresa mencionou ainda monitorar pressões inflacionárias decorrentes de contexto internacional e custos de insumos. Mantém confiança em margens via controle de custos e precificação.
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