- O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, pediu que a estatal reavalie a política de preços dos combustíveis no Brasil.
- Ele afirma que a política atual, atrelada à cotação internacional do petróleo, gera prejuízos à Petrobras e eleva os preços ao consumidor.
- Costa defende que a Petrobras adote uma política de preços compatível com a realidade brasileira, considerando inflação, câmbio e custos de produção.
- O ex-diretor criticou a interferência do governo federal na política de preços da Petrobras, defendendo autonomia da estatal.
- Segundo ele, a Petrobras tem condições de reduzir os preços se houver mudança na política adotada.
O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, afirmou que a estatal precisa reavaliar a política de preços dos combustíveis praticada no Brasil. Ele atribui parte dos custos elevados ao fato de a política estar atrelada à cotação internacional do petróleo, o que gera prejuízos para a empresa e para o consumidor.
Costa explicou, em entrevista à Rádio Jovem Pan, que não é adequado manter a Petrobras refém do mercado externo. Segundo ele, a empresa deve adotar critérios compatíveis com a realidade brasileira, levando em conta inflação, câmbio e custos de produção para definir preços.
O ex-diretor também criticou a interferência do governo federal na política de preços, defendendo autonomia da espaço decisório da Petrobras. Ele afirmou que a estatal pode reduzir preços se houver mudança na política interna, sem comprometer a sustentabilidade da empresa.
Ainda conforme Costa, uma alteração na política de preços poderia facilitar a redução dos valores cobrados do consumidor, desde que os fatores internos sejam devidamente considerados. A informação foi veiculada pelo Jornal da Record, com atualização publicada na noite de 11 de maio de 2026.
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