- O ETF CHIP11, da Investo, subiu 26,37% em março e acumula alta de 25,86% no ano.
- O ativo replica uma cesta com as 25 maiores empresas globais de semicondutores listadas nos Estados Unidos.
- Os movimentos foram influenciados pelo cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã anunciado em 8 de abril e por balanços positivos do setor.
- Entre as favoritas, a Intel avançou 114%, a AMD subiu 74% e a Broadcom 35%; a TSMC teve receita de US$ 35,9 bilhões, crescimento de quase 39% na comparação anual.
- Em abril de 2026, o CHIP11 reunia 4,8 mil cotistas e tinha patrimônio líquido de R$ 71,2 milhões.
O ETF CHIP11, gerido pela Investo, subiu 26,37% em março e acumula 25,86% no ano, ao replicar uma carteira com as 25 maiores empresas globais de semicondutores listadas nos EUA. O movimento ocorreu em meio a sinais de aquecimento do mercado, apoiados por balanços positivos do setor e por um ambiente de menor aversão a risco.
O fundo acompanha uma cesta de companhias de semicondutores, componentes cada vez mais presentes na indústria tecnológica. Analistas destacam que o desempenho esteve ligado a balanços fortes de grandes nomes do setor, além de uma melhoria nas perspectivas macroeconômicas. Entre as favoritas, Intel, AMD, Broadcom e TSMC tiveram elevações expressivas.
Fatores que explicam a valorização
Segundo Danilo Moreno, analista da Investo, o cessar-fogo entre EUA e Irã anunciado em 8 de abril reduziu a aversão ao risco, ajudando o mercado a se manter em equilíbrio. Ainda, resultados acima das expectativas contribuíram para o rali setorial, com a AMD e a Broadcom registrando altas expressivas.
Entre os destaques, a TSMC divulgou receita de US$ 35,9 bilhões, avanço próximo a 39% na comparação anual. A demanda por chips voltados à IA também representou parcela maior do faturamento da empresa, fortalecendo o cenário para o setor de semicondutores e para os ativos ligados a ele.
Liquidez e perfil de cotistas
Para investidores, a liquidez e o número de cotistas são fatores relevantes. Em abril de 2026, o CHIP11 reunia 4,8 mil cotistas e tinha patrimônio líquido de R$ 71,2 milhões. Essas métricas contrastam com ETFs mais populares, como IVVB11, HASH11 e BOVA11, que possuem dezenas de milhares de investidores.
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