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Hapvida fatura R$ 7,9 bi no 1T26 e ticket médio sobe para R$ 305

Hapvida registra receita líquida de R$ 7,892 bilhões no 1T26, com lucro ajustado em queda e base de beneficiários de saúde recuando

Foto: Hapvida/Divulgação
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  • Receita líquida de R$ 7,892 bilhões no 1T26, queda de 0,3% frente ao 4T25 e alta de 5,2% ante o 1T25.
  • Planos de saúde continuam sendo a principal fonte de faturamento (R$ 7,786 bilhões); hospitalares: R$ 222 milhões; odontologia: R$ 230 milhões; educação teve impacto negativo de R$ 30 milhões.
  • Base de beneficiários de saúde caiu para 8,684,5 milhões (-0,5% q/q; -1,3% y/y); odontologia subiu para 7,190,0 milhões (+0,8% q/q; +3,6% y/y).
  • Ticket médio de saúde ficou em R$ 305,0, aumento de 1,2% q/q e 7,3% y/y, impulsionado por alta de preço líquido de 8,3%.
  • EBITDA ajustado foi de R$ 803 milhões, (+12,5% q/q; -20,0% yoy); lucro líquido ajustado ficou em R$ 244 milhões (+35,1% q/q; -41,4% yoy).

A Hapvida (HAPV3) divulgou o resultado do 1T26, com receita líquida estável frente ao 4T25 e crescimento frente ao 1T25. O lucro ajustado caiu na comparação anual, impactado por aumento de despesas e redução da base de beneficiários de saúde. A sinistralidade apresentou melhora, mas o desafio operacional permaneceu.

A empresa registra receita líquida de R$ 7,892 bilhões, queda de 0,3% frente ao 4T25 e alta de 5,2% ante o 1T25. Planos de saúde seguem como motor, com R$ 7,786 bilhões; serviços hospitalares somam R$ 222 milhões, odontologia R$ 230 milhões e educação registra impacto negativo de R$ 30 milhões.

Base de beneficiários e ticket médio

A base de beneficiários de saúde terminou o trimestre em 8,684,5 milhões, queda de 0,5% frente ao 4T25 e 1,3% no comparativo anual. Já a odontologia atingiu 7,190,0 milhões, com alta de 0,8% no período e crescimento de 3,6% em relação ao 1T25.

O ticket médio mensal de saúde ficou em R$ 305,0, alta de 1,2% frente ao 4T25 e 7,3% frente ao 1T25. O preço líquido subiu 8,3%, levando ganho de 23,5 pontos, compensado pelo efeito de mix de -1,0%.

Despesas e margem

A sinistralidade caixa caiu para 72,2%, (-3,0 p.p. vs 4T25) mas subiu 0,4 p.p. na comparação anual. Despesas administrativas passaram a 8,0% do faturamento, alta de 2,0 p.p. no trimestre. Despesas de vendas ficaram em 7,9%, estáveis frente ao trimestre anterior.

O EBITDA ajustado foi de R$ 803 milhões, 12,5% acima do 4T25, mas 20,0% abaixo do 1T25. A margem EBITDA ficou em 10,2%, com ganho de 1,2 p.p. frente ao 4T25, porém queda de 3,2 p.p. ante o 1T24.

Lucro e endividamento

O lucro líquido ajustado totalizou R$ 244 milhões, 35,1% acima do 4T25, porém 41,4% menor que o 1T25. O lucro líquido ajustado (outra métrica) foi de R$ 236 milhões, alta de 208,9% frente ao trimestre anterior, mas queda de 43,2% ante o 1T25.

A dívida líquida encerrou o 1T26 em R$ 5,165 bilhões, estável frente ao 4T25, mas 24,0% maior que no 1T25. A alavancagem dívida líquida/EBITDA UDM subiu para 1,3x. O capex ficou em R$ 191 milhões, queda de 1,0% ante o trimestre anterior.

Distribuição geográfica

A composição de beneficiários mostrou recuo líquido de 44,5 pontos no Sudeste, com maior perda parcial, enquanto o Centro-Oeste manteve saldo positivo em 11,3 pontos. Nordeste (-11,7) e, principalmente, Sudeste concentraram as quedas de base.

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