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Ibovespa inicia a semana com nova queda; dólar fecha em R$ 4,89

Impasses entre EUA e Irã elevam volatilidade; Ibovespa cai 1,19% e dólar fecha em 4,89, sob efeito de fluxo externo e juros que favorecem commodities

Ibovespa registrou queda de 1,19% nesta segunda-feira (11/5), chegando aos 181.908 pontos - (crédito: Bolsa de São Paulo - B3/Divulgação )
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  • Ibovespa caiu 1,19%, fechando aos 181.908 pontos nesta segunda-feira, 11 de maio, em meio a indefinições da guerra entre Estados Unidos e Irã.
  • O ambiente geopolítico é apontado como principal vetor de precificação e volatilidade dos mercados.
  • Analistas veem intensificação das tensões e impasse nas negociações elevando incerteza global e impactos no Ibovespa.
  • O dólar comercial fechou em queda de 0,06%, a R$ 4,89, com o câmbio ainda mostrando tendência de fortalecimento do real neste cenário.
  • O especialista ressalta que o conflito no Oriente Médio cria ruído para a leitura sobre a continuidade da política monetária no Brasil e no exterior, além de manter o apetite por ativos de risco reduzido.

O Ibovespa fechou em queda na segunda-feira, 11 de maio, aos 181.908 pontos, recuo de 1,19% frente ao último fechamento. O ambiente ficou marcado pela escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã, com pouco avanço nas negociações para encerrar o impasse. O cenário geopolítico apareceu como principal fator de volatilidade e precificação.

Analistas destacaram que a incerteza global tem peso relevante na leitura de risco dos investidores. A intensificação de conflitos e a falta de sinalização sobre o Estreito de Ormuz ajudam a reduzir o apetite por ativos de risco. O Ibovespa também acompanha a leitura de que pode haver menor ritmo de flexibilização monetária.

O dólar comercial fechou em queda de 0,06%, a R$ 4,89. Mesmo com a queda, a moeda acumulou valorização superior a 10% no ano, sustentada por fluxo estrangeiro e pelas diferenças de juros entre Brasil e exterior. Exportações de commodities, especialmente petróleo, ajudam a manter a entrada de divisas.

Panorama de câmbio e fatores externos

Especialistas ressaltam que o cenário internacional continua afetando o mercado local. Segundo o analista, o risco geopolítico eleva a incerteza e dificulta previsões sobre políticas monetárias no Brasil e em grandes economias. A leitura sobre o ritmo de retiradas de estímulos globais permanece tecnicamente incerta.

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