- A Abecs, Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços, afirmou que o debate sobre os juros do rotativo precisa considerar a participação da modalidade no endividamento total das famílias.
- O rotativo do cartão representa 2,6% do total das dívidas de pessoas físicas no Brasil, segundo dados do Banco Central de março.
- A declaração foi feita pelo vice-presidente executivo da Abecs, Ricardo Vieira.
- A fala ocorreu durante entrevista coletiva sobre os resultados do setor no primeiro trimestre de 2026.
O vice-presidente executivo da Abecs, Ricardo Vieira, afirmou nesta segunda-feira em entrevista coletiva sobre os resultados do setor no 1º trimestre de 2026 que o debate sobre os juros do rotativo precisa considerar a participação da modalidade no endividamento total das famílias brasileiras.
A associação destacou que o rotativo do cartão de crédito representa 2,6% do total das dívidas de pessoas físicas no Brasil, segundo dados do Banco Central de março. Essa participação é usada para embasar a discussão sobre a política de juros desse tipo de crédito.
Entre os fatores mencionados pela Abecs, está a necessidade de avaliar o peso relativo do rotativo no endividamento agregado, de modo a evitar interpretações que desconsiderem a composição da dívida familiar.
O levantamento apresentado pela entidade integra o contexto dos resultados do setor no primeiro trimestre de 2026 e visa informar decisões de política de crédito e de juros por parte de instituições financeiras e reguladores.
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