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Reforma administrativa deve incluir custo da inação, defendem especialistas

Reforma administrativa pode incluir custo da inação e orçamento regulatório, ligando regulações ao impacto no emprego e na pobreza

Uma ideia seria criar um “orçamento regulatório”, que limitaria o quanto cada órgão pode criar de gastos para a sociedade
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  • O texto discute ligar a reforma administrativa ao crescimento econômico e sugere aprimorar o papel regulador do Estado por meio de um orçamento regulatório.
  • Propõe exigir estudo de impacto de emprego para intervenções, inclusive em obras públicas e privadas, com foco nos efeitos sobre o emprego.
  • Critica o viés de inação, defendendo que o custo da inação seja considerado e que o enviesamento contra a atuação do Estado impacte menos a pobreza.
  • Observa a ausência do termo “crescimento econômico” na Constituição e compara regras de impacto ambiental com a necessidade de impactos sobre emprego e a vizinhança.
  • Cita exemplos de políticas públicas em outras regiões e defende reduzir entraves à construção com orçamento regulatório para limitar gastos dos órgãos.

O Estado discute como a reforma administrativa poderia dialogar com o crescimento econômico, questionando o peso de ações que travam investimentos e empregos. O texto sugere olhar para o papel regulador do Estado e não apenas para a economia formal.

Defende-se ampliar o que chamam de estudo de impacto para decisões públicas, incluindo impactos no emprego. A ideia seria exigir avaliações antes de intervenções, inclusive em obras públicas ou privadas, com foco no efeito sobre empregos.

Outra linha apresentada é o “orçamento regulatório”: limitar o gasto que cada órgão pode criar para a sociedade. Além disso, propõe incorporar o “custo da inação” ao cálculo de decisões administrativas, avaliando perdas por atraso.

Orçamento regulatório e custo da inação

O texto aponta que decisões que paralisam obras podem gerar prejuízos de emprego e renda, especialmente em contextos de pobreza. O argumento é que inatividade é custo público e social relevante a ser considerado.

O articulista cita casos internacionais, notando que governo de outros países tem flexibilizado regras para construção, o que, segundo ele, contrasta com medidas locais de moratória. A ideia é alinhar regulação a objetivos de crescimento.

A autora também sugere que o governo avalie impactos na periferia, na oferta de moradias e na produtividade. O objetivo é reduzir gargalos que freiam o desenvolvimento sem prejudicar critérios de avaliação regulatória.

O texto conclui defendendo reformas que mudem a cultura estatal, com foco em eficiência, responsabilidade e menos ênfase na inércia. A proposta envolve medidas de regulação, avaliação de impactos e maior clareza sobre custos de inação.

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