- A Simpar, holding que controla a JSL, a Movida e a Vamos, enfrenta dívida bilionária contraída para financiar o crescimento.
- A estratégia é reduzir a alavancagem, com venda de ativos não estratégicos e parcerias para gerar novas receitas.
- O CEO afirmou que a prioridade é diminuir o endividamento e fortalecer a estrutura de capital.
- A empresa busca apoio do BNDES para financiamentos de longo prazo e condições mais favoráveis, visando facilitar investimento em inovação.
- O plano de reequilíbrio envolve desinvestimento e busca por novas receitas para sustentabilidade a longo prazo e valorização dos acionistas.
A Simpar, holding que controla a JSL, a Movida e a Vamos, trabalha para reduzir uma dívida bilionária contraída para acelerar o crescimento. A companhia tem adotado medidas para recompor o equilíbrio financeiro e ampliar a eficiência operacional.
O foco está em diminuir o endividamento e fortalecer a estrutura de capital. Para isso, a empresa vem vendendo ativos não estratégicos e buscando parcerias que gerem receitas adicionais, mantendo o objetivo de sustentabilidade financeira.
A gestão não detalha números, mas afirma que o cenário econômico, aliado à recuperação dos segmentos atendidos, pode facilitar a redução da alavancagem e abrir espaço para investimentos em inovação. Esse é parte do plano de reequilíbrio.
Estratégias de reequilíbrio
- A Simpar vem buscando apoio do BNDES para facilitar financiamentos de longo prazo com condições mais favoráveis, segundo a administração.
- A estratégia inclui desinvestimentos e a busca por novas fontes de receita, com o objetivo de reduzir o peso da dívida sem comprometer o crescimento.
- A meta é fortalecer a capacidade de investimento da companhia, assegurando sustentabilidade a longo prazo e valorização dos acionistas.
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