- A Suzano projeta dívida líquida de cerca de US$ 11 bilhões e alavancagem abaixo de 2,5x, com meta para 2027-2028.
- O custo caixa de produção de celulose para o segundo trimestre de 2026 fica entre R$ 830 e R$ 840 por tonelada, alta de até 5% ante o trimestre anterior.
- Para 2026, a companhia projeta custo médio de cerca de R$ 800 por tonelada.
- As projeções dependem de premissas como câmbio entre R$ 5,00 e R$ 5,28 e preço do petróleo Brent entre US$ 84 e US$ 87 por barril.
- A Suzano continuará atualizando seu Formulário de Referência conforme os prazos da CVM, e ressalta que números são estimativas sujeitas a riscos e incertezas.
A Suzano (SUZB3) informou nesta segunda-feira (11) suas projeções de endividamento e custos para os próximos anos. O alvo é manter dívida líquida em cerca de US$ 11 bilhões e alavancagem abaixo de 2,5x entre 2027 e 2028, segundo o atestado ao mercado.
A empresa também detalhou custos de produção de celulose. Para o 2º trimestre de 2026, o custo de produção deve ficar entre R$ 830 e R$ 840 por tonelada, impulsionado pela valorização de insumos. Em 2026, a projeção é de cerca de R$ 800/t.
As projeções dependem de premissas de câmbio e de petróleo. Considera-se um câmbio médio de R$ 5,00 a R$ 5,28 e um petróleo Brent entre US$ 84 e US$ 87 por barril. Os números podem variar conforme condições de mercado.
A Suzano ressaltou que as estimativas são preliminares e sujeitas a mudanças. Além disso, a empresa vai atualizar seu Formulário de Referência dentro dos prazos regulatórios da CVM.
As projeções não representam garantia de desempenho futuro. A divulgação reforça que fatores externos podem influenciar resultados e cenários apresentados.
Entre na conversa da comunidade