- A Telefônica Brasil (Vivo) teve lucro líquido de R$ 1,3 bilhão no 1º trimestre, alta de 19,2% ante igual período de 2025.
- A receita total ficou em R$ 15,5 bilhões, crescimento de 7,4%, impulsionada por serviços móveis pós-pagos (+7,8%) e banda larga por fibra (+9,3%).
- O EBITDA foi de R$ 6,2 bilhões, com margem de 40,2% (+0,6 p.p. na comparação anual).
- Os investimentos somaram R$ 2 bilhões, cuja expansão de 9,6% contou com foco na cobertura de 5G; a empresa segue trabalhando no compartilhamento de torres para reduzir custos.
- A relação entre investimento e receita ficou em 13,2%; a Vivo já planeja pagar R$ 7 bilhões a acionistas neste ano e aprovou programa de recompra de até R$ 1 bilhão até fevereiro de 2027.
A Telefônica Brasil, dona da Vivo, registrou lucro líquido de R$ 1,3 bilhão no primeiro trimestre deste ano, elevação de 19,2% frente ao mesmo período de 2025. O resultado acompanha a expansão de receitas, acima da inflação, dos serviços móveis pós-pagos e da banda larga por fibra.
A receita total chegou a R$ 15,5 bilhões, alta de 7,4% na comparação anual. O Ebitda foi de R$ 6,2 bilhões, crescimento de 8,9%, com margem de 40,2% (alta de 0,6 p.p.). Os investimentos somaram R$ 2 bilhões, avanço de 9,6% ante o 1T24.
Christian Gebara, diretor-presidente, informou que a empresa busca ampliar a infraestrutura: cobertura de 70% da população com 5G hoje, com meta de chegar a 100%. O aluguel de torres ficou em R$ 1,41 bilhão no trimestre, mantido estável em relação aos trimestres anteriores.
A base de clientes da Vivo encerrou março em 117,4 milhões de acessos, com 103,7 milhões na rede móvel. No lado financeiro, a Telefônica Brasil confirmou pagamento de R$ 7 bilhões aos acionistas neste ano, incluindo R$ 3 bilhões em juros sobre capital próprio e R$ 4 bilhões em redução de capital, a serem distribuídos em julho. Desde o início do ano, já foram declarados R$ 890 milhões em JCP.
O conselho aprovou ainda um novo programa de recompra de ações, no valor de até R$ 1 bilhão, válido até fevereiro de 2027. O indicador de investimento versus receita ficou em 13,2% no 1T, mantendo a disciplina financeira da companhia.
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