- Advogados Rodrigo Forcenette e Henrique Furquim Paiva, sócios da Brasil Salomão e Matthes Advocacia, participaram da Convenção Técnica Unimed 2026 em São Paulo, no Distrito Anhembi, evento com mais de 2,6 mil participantes.
- No painel sobre a Reforma Tributária, Forcenette tratou da criação do IBS e da CBS e dos impactos na saúde suplementar e nas cooperativas médicas, com transição prevista até 2033.
- Ele destacou que a reforma simplifica tributos sobre o consumo, mas exige planejamento, revisão contratual e atualização de sistemas no setor regulado pela ANS.
- A reforma é apresentada como estratégica, indo além do aspecto tributário, com componentes regulatória e financeira, segundo o advogado.
- Paiva participou do painel sobre holding para administração patrimonial, ressaltando o uso das holdings para organização operacional, planejamento patrimonial e sucessório das cooperativas.
Os advogados Rodrigo Forcenette e Henrique Furquim Paiva, sócios da Brasil Salomão e Matthes Advocacia, participaram da Convenção Técnica Unimed 2026, realizada no Distrito Anhembi, em São Paulo. O encontro reuniu mais de 2,6 mil dirigentes e técnicos de cooperativas médicas de todo o país.
Durante a programação, os profissionais apresentaram temas sobre os impactos da reforma tributária na saúde suplementar e o uso de holdings na administração patrimonial das cooperativas. O debate ocorreu no âmbito de painéis destinados a ampliar a compreensão sobre os novos cenários regulatórios e operacionais.
Paralelamente, Forcenette analisou a transição para o IBS e a CBS, destacando que a simplificação da estrutura de tributos sobre o consumo vem acompanhada de desafios específicos para o setor. A participação conjunta da ANS e a necessidade de planejamento indicam a obrigatoriedade de revisão contratual, atualização de sistemas e avaliação de impactos financeiros até 2033. A reforma é descrita como estratégica, abrangendo dimensões regulatória, financeira e operacional.
Uso de holdings na administração patrimonial
Paiva esteve no painel sobre os desafios e oportunidades das holdings para a administração patrimonial das cooperativas. O foco foi a organização das atividades operacionais por meio de estruturas de holding e a utilidade para planejamento patrimonial e sucessório dos cooperados. A apresentação ressaltou ganhos de eficiência, melhoria de governança e maior competitividade econômica.
A participação dos assessores enfatizou a importância da troca técnica entre equipes multidisciplinares, visando soluções que promovam o crescimento e o fortalecimento do cooperativismo. O evento, segundo os palestrantes, favorece a integração de práticas jurídicas, administrativas e tributárias para o setor.
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