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AGCO suspende contratos de 300 funcionários em Santa Rosa

AGCO suspende contratos de cerca de 300 trabalhadores em Santa Rosa por três meses, com extensão possível, diante da retração no mercado de máquinas agrícolas

Google Street View / Porto Alegre 24 horas
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  • A unidade da AGCO em Santa Rosa suspendeu temporariamente cerca de 300 contratos de trabalho por três meses, em resposta à retração do mercado de máquinas agrícolas.
  • A decisão foi aprovada por mais de 85% dos trabalhadores em assembleia realizada na semana anterior, conforme o Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos.
  • A suspensão parcial visou evitar demissões em massa e preservar a mão de obra qualificada da fábrica.
  • Durante o período, os funcionários receberão salário líquido integral, incluindo bolsa qualificação do governo federal e complemento pago pela empresa; planos de saúde, vale-alimentação e convênios são mantidos; férias e 13º não serão impactados.
  • O prazo inicial é de três meses, com possibilidade de extensão por até cinco meses; se houver recuperação da demanda, os trabalhadores podem ser chamados de volta antes do fim.

A unidade da AGCO em Santa Rosa, no Noroeste do Rio Grande do Sul, iniciou nesta segunda-feira (11) um programa de suspensão temporária de contratos, conhecido como layoff, atingindo cerca de 300 funcionários. A medida foi aprovada por mais de 85% dos trabalhadores em assembleia realizada na semana anterior, segundo o Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos.

A decisão visa ajustar a produção à retração do mercado de máquinas agrícolas, evitando demissões em massa e preservando a mão de obra qualificada da fábrica. A AGCO afirmou que a readequação do volume de produção busca manter a operação estável e preservar empregos, diante do cenário econômico atual.

Condições aos trabalhadores

Durante o período de suspensão, os empregados receberão remuneração líquida integral, composta pela bolsa de qualificação do governo federal e por um complemento pago pela empresa. Benefícios como plano de saúde, vale-alimentação e convênios serão mantidos.

Não haverá impacto no pagamento de férias nem do 13º salário. O programa tem previsão inicial de três meses, com possibilidade de extensão de até cinco meses. Se houver sinal de recuperação de mercado, os trabalhadores poderão ser convocados a retornar às atividades.

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