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André Esteves aponta falha de supervisão significativa no caso Master, BTG Pactual

André Esteves aponta falha de supervisão no caso Master e cobra avanços regulatórios para reforçar a supervisão bancária brasileira

O presidente do BTG André Esteves, durante evento do Fórum Econômico Mundial
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  • O sócio e chairman do BTG Pactual, André Esteves, afirmou que houve falha de supervisão grande no caso Banco Master, associando-a a irregularidades.
  • Ele descreveu a falha como regulatória e de supervisão, sugerindo a existência de um esquema parecido com pirâmide e a insuficiência de ações para corrigir o rumo anteriormente.
  • As declarações foram feitas no Fórum Brazil Insights, da revista Veja, durante a Brazil Week em Nova York.
  • Esteves disse que o Brasil precisa usar o episódio para fortalecer controles e regulações e dar um passo institucional na supervisão bancária.
  • Em novidade mencionada pelo próprio Esteves, o BTG estaria avaliando ativos do Banco de Brasília para aquisição, excetuando ativos provenientes do Master.

André Esteves, sócio e chairman do BTG Pactual, afirmou que houve uma falha de supervisão grande no caso Banco Master. O comentário ocorreu durante o Fórum Brazil Insights, da Veja, na Brazil Week em Nova York.

Segundo o executivo, a falha regulatória está ligada a irregularidades. Ele descreveu o episódio como uma explosão que evidencia a necessidade de fortalecer a supervisão bancária no país.

Esteves afirmou que o Brasil precisa aproveitar o episódio para avançar em medidas de regulação e controles. A ideia é transformar a crise em um impulso institucional para o sistema financeiro.

O BTG Pactual já havia sinalizado, no mês anterior, que avaliava ativos do Banco BRB para aquisição, com exceção daqueles oriundos do Master. A declaração reforça o foco em ajuste regulatório.

Em Nova York, o sócio do BTG reforçou que os próximos passos envolvem ajustes institucionais na fiscalização de bancos, com foco na prevenção de novas irregularidades.

Desdobramentos

A abordagem sugere mudanças na regulação e na supervisão, com ênfase em mecanismos de detecção e resposta rápida a sinais de risco sistêmico. O objetivo é reduzir vulnerabilidades futuras.

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