- O BNDES analisa 56 projetos ligados a minerais críticos e pretende chegar a R$ 50 bilhões em investimento e crédito no setor.
- A informação foi divulgada pelo presidente Aloizio Mercadante em entrevista coletiva em São Paulo.
- O banco tem diversificado a carteira, mirando fertilizantes, carro voador, bioinsumos para a agropecuária, Embraer e inteligência artificial.
- Mercadante comentou o acordo entre Mercosul e União Europeia, em vigor provisoriamente desde 1º de maio, como avanço contra unilateralismo comercial.
- O presidente afirmou que o acordo representa uma oportunidade para aproximar a Europa do Mercosul e vice-versa.
O BNDES está avaliando atualmente 56 projetos relacionados a minerais críticos. A informação foi apresentada pelo presidente Aloizio Mercadante em entrevista coletiva em São Paulo, durante a divulgação do balanço trimestral do banco.
Mercadante afirmou que o banco pretende atuar de forma mais robusta nesse setor, com investimento e crédito que podem chegar a 50 bilhões de reais. O objetivo é ampliar a participação do BNDES em atividades de mineração voltadas a minerais estratégicos.
Além dos minerais críticos, o presidente destacou a diversificação da carteira do banco, com investimentos em fertilizantes, mobilidade civil com veículos de alta capacidade de inovação, bioinsumos agropecuários e na Embraer. A inteligência artificial também figura entre as frentes cogitadas pelo banco.
Minerais críticos: foco e potencial
Mercadante ressaltou que o objetivo é ampliar atuação em mineração de minerais considerados estratégicos para a cadeia produtiva nacional, com operações que devem orientar novos modelos de financiamento. A gestão do banco busca ampliar a entrada de projetos no segmento.
Diversificação da carteira
O BNDES busca sair dos setores tradicionais para mirar em áreas com maior potencial de crescimento, como tecnologia e indústria de base. O presidente citou ainda a intenção de fortalecer parcerias com empresas nacionais em inovação tecnológica.
Mercosul e União Europeia
Mercadante comentou o acordo entre Mercosul e UE, que entrou em vigor de forma provisória em 1º de maio. O entendimento é visto como avanço para ambos os blocos e como oportunidade de intensificar relações comerciais entre a Europa e a região.
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