- O BNDES registrou lucro recorrente de R$ 3,1 bilhões no primeiro trimestre, alta de 17% em relação ao mesmo período de 2025; acumulado dos últimos 12 meses é de R$ 15,6 bilhões.
- Ativos totais alcançaram R$ 995 bilhões, maior valor nominal da história; carteira de crédito ficou em R$ 678,2 bilhões, +14% frente a 2025, e patrimônio líquido chegou a R$ 192 bilhões.
- Aprovações de crédito somaram R$ 45,7 bilhões, +37%; desembolsos atingiram R$ 36,2 bilhões, +44% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.
- Aprovações em infraestrutura cresceram 51% (para R$ 13,4 bilhões), agropecuária 40% (R$ 9,1 bilhões) e indústria 67% (R$ 8,0 bilhões); approvals para micro, pequenas e médias empresas (MPME) chegaram a R$ 29 bilhões, +120%.
- Inadimplência em 90 dias ficou em 0,046%, significativamente menor que a média do Sistema Financeiro Nacional (4,33%) e que o patamar para grandes empresas (0,60%).
O BNDES apresentou lucro recorrente de 3,1 bilhões de reais no primeiro trimestre, ante igual período de 2025, alta de 17%. No último ano móvel, o lucro recorrente soma 15,6 bilhões de reais. O banco destacou a continuidade do ganho de eficiência e de resultados.
No acumulado dos últimos 12 meses, o patrimônio líquido ficou em 192 bilhões e os ativos totais atingiram 995 bilhões, recorde na história. A carteira de crédito chegou a 678,2 bilhões, com alta de 14% frente a 2025, e também é o maior patamar desde 2016.
Atingindo volumes fortes, as aprovações de crédito somaram 45,7 bilhões, +37% em relação ao 1º trimestre de 2025. Desembolsos chegaram a 36,2 bilhões, +44% no mesmo comparativo. O banco aponta crescimento sólido tanto em infraestrutura quanto em agropecuária e indústria.
Resultados por setor e atuação institucional
As aprovações para infraestrutura subiram 51% (13,4 bilhões), para agropecuária 40% (9,1 bilhões) e para indústria 67% (8 bilhões). As operações voltadas para micro, pequenas e médias empresas somaram 29 bilhões, alta de 120%.
Garantias de fundos garantidores alcançaram 20,8 bilhões, fortalecendo o respaldo para as operações. O presidente Aloizio Mercadante destacou trajetória de crescimento consistente e qualidade, com maior fluxo de projetos recebidos.
Indicadores de risco e perspectiva de inadimplência
A inadimplência de 90 dias ficou em 0,046%, considerado historicamente baixo pelo BNDES. Em comparação, a média do Sistema Financeiro Nacional está em 4,33%, com 0,60% para grandes empresas. Os números indicam maior solidez operacional.
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