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Brasil prevê milho de 139 milhões de toneladas na safra 2026/2027

USDA projeta milho brasileiro em 139 milhões de toneladas na safra 2026/27, com exportações de 44 milhões; EUA continua como maior exportador

Carregamento de milho em caminhão (Reuters)
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  • A produção de milho do Brasil na safra 2026/2027 deve chegar a 139 milhões de toneladas, acima das safras anteriores (135 e 136 milhões).
  • As exportações brasileiras devem subir de 43 milhões para 44 milhões de toneladas.
  • Os Estados Unidos seguem como o maior exportador mundial, com queda prevista de 5% nas exportações, para 3,2 bilhões de bushels.
  • A produção mundial de milho em 2026/27 deve ficar em 1,295 bilhão de toneladas, menor que o recorde do ano anterior.
  • Os estoques finais globais de milho para 2026/27 são estimados em 277,5 milhões de toneladas, o menor nível desde 2013/14.

O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) revisou as projeções para a safra 2026/27 e aponta produção mundial de milho em 1,295 bilhão de toneladas, 17,3 milhões a menos que o ano anterior. Mesmo assim, a safra continua entre as maiores da história.

No Brasil, a produção nacional deve atingir 139 milhões de toneladas na safra 2026/27, ante 135 milhões em 2025/26 e 136 milhões em 2024/25, segundo o relatório WASDE divulgado nesta terça-feira (12). A estimativa eleva o patamar.

Para o Brasil, as exportações são revisadas de 43 millones para 44 milhões de toneladas, conforme o USDA. No entanto, as exportações dos EUA devem cair 5% na comparação com o ano anterior, para 3,2 bilhões de bushels.

Mudanças por país e impactos

As exportações dos EUA ainda permanecem como as maiores no comércio global, apesar da ampliação promovida por Brasil e Ucrânia. A participação americana deve recuar, mas continuar acima da média recente.

A produção mundial de milho em 2026/27 deve cair mesmo com altas esperadas para China, Brasil, Sérvia, Quênia e Rússia. Entre os maiores recuos, aparecem EUA, Argentina, África do Sul, México, Ucrânia e Turquia.

O consumo global de milho tende a subir menos de 1%, para 1,315 bilhão de toneladas, com estoque final mundial projetado em 277,5 milhões de toneladas, o menor desde 2013/14.

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