- O Índice de Demanda Imobiliária (IDI) Brasil mostrou maior dinamismo nos segmentos médio e alto padrão no primeiro trimestre de 2026, com o mercado econômico estável.
- Brasília consolida a liderança no alto padrão pelo segundo trimestre consecutivo, reforçando o protagonismo do Centro-Oeste, com Goiânia entre os três primeiros.
- São Paulo permanece em segunda posição, evidenciando a descentralização do eixo Sul-Sudeste e o peso crescente da região Centro-Oeste no mercado de alta renda.
- No médio padrão, SP, Curitiba, Goiânia e Brasília aparecem no topo; Belo Horizonte subiu quatro posições, e Maringá e Itajaí entraram no Top 10; Natal avançou expressivamente, subindo 26 posições.
- O Rio de Janeiro manteve estabilidade, com sinal de recuperação gradual, permanecendo entre os principais polos de demanda do país.
O Índice de Demanda Imobiliária (IDI) Brasil aponta que o primeiro trimestre de 2026 foi marcado por maior dinamismo nos segmentos de médio e alto padrão, enquanto o mercado econômico manteve a estabilidade. Os dados destacam não apenas o desempenho setorial, mas também a regionalização da demanda.
Brasília consolidou a liderança no segmento de alto padrão pelo segundo trimestre consecutivo, reforçando a atuação do Centro-Oeste no cenário nacional. Goiânia ficou entre os três primeiros colocados, evidenciando o protagonismo da região na demanda de alto padrão. São Paulo manteve a segunda posição, apontando para a continuidade da descentralização do eixo Sul-Sudeste.
Desempenho por faixa de renda
No setor de médio padrão, São Paulo, Curitiba, Goiânia e Brasília aparecem no topo do ranking, com Belo Horizonte subindo quatro posições impulsionada por lançamentos recentes. Maringá e Itajaí entraram no Top 10, com crescimento relevante na demanda direta. Natal avançou expressivamente, subindo 26 posições.
O Rio de Janeiro manteve-se estável, sinalizando recuperação gradual e mantendo-se entre os polos de maior procura no país. Os resultados destacam a força recente da região Centro-Oeste para o mercado de alta renda, ao lado de capitais tradicionais.
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