- Porto Alegre teve aumento da cesta básica em abril, conforme a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, do Dieese em parceria com a Conab, acompanhando alta em todas as capitais e no Distrito Federal.
- No acumulado de 2026, todas as capitais pesquisadas apresentam variação positiva nos preços.
- Leite integral puxou a alta, influenciado pela entressafra que reduz a oferta.
- Feijão e tomate também subiram, com o tomate registrando alta de até 25% em algumas regiões.
- Café em pó, pão francês e carne bovina de primeira ficaram mais caros na maioria das cidades.
A cesta básica subiu novamente em Porto Alegre, seguindo a tendência nacional. Dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Dieese em parceria com a Conab, indicam alta em abril. A elevação ocorreu em todas as capitais e no Distrito Federal.
Porto Alegre registrou aumento pelo segundo mês consecutivo. O levantamento aponta que, em 2026, todas as capitais pesquisadas tiveram variação positiva nos preços da cesta básica. O estudo considera itens de consumo diário.
O principal impulsionador da alta gaúcha foi o leite integral, cuja preço subiu por causa da entressafra e da oferta reduzida. Além dele, o feijão e o tomate contribuíram para o encarecimento, com variações expressivas em várias regiões.
Outros itens que ficaram mais caros em grande parte das cidades incluem café em pó, pão francês e carne bovina de primeira. As informações fortalecem a leitura de inflação dos itens de primeira necessidade.
Causas da alta
O relatório aponta a entressafra no campo e a menor oferta de derivados agrícolas como fatores centrais. A soma de fatores de produção influencia o custo da alimentação básica para as famílias.
Panorama por itens e regiões
Tomate registrou alta concentrada em diversas unidades, com variações de até 25% em alguns locais. Leite integral mostrou aumento amplo, puxando o custo da cesta em várias capitais.
Implicações para o consumidor
Especialistas destacam que o aumento afeta famílias de renda baixa e média, particularmente pelas perdas na oferta de alimentos básicos. O estudo reforça a pressão inflacionária sobre itens essenciais.
Entre na conversa da comunidade