- Correios iniciaram reuniões com bancos públicos e privados para captar novo empréstimo de cerca de R$ 7 bilhões, com garantia do Tesouro Nacional.
- O montante já estava previsto no plano de reestruturação financeira; o Conselho Monetário Nacional autorizou financiamento de até R$ 8 bilhões com garantia pública.
- A tendência é que haja carência mínima de três anos para pagamentos e prazo de até quinze anos para quitação, seguindo o modelo do empréstimo anterior.
- Diversas instituições já foram procuradas e um pool de bancos deve disponibilizar o montante.
- Em 2025, a empresa registrou prejuízo de R$ 8,5 bilhões, quarto resultado negativo seguido desde 2021, when houve lucro recorde de R$ 3,7 bilhões.
Os Correios iniciaram nos últimos dias reuniões com bancos públicos e privados para contratar um novo empréstimo de cerca de 7 bilhões de reais. A informação foi confirmada à CNN Brasil por fontes da própria estatal.
A operação faz parte do plano de reestruturação financeira da empresa, que já tinha previsão de aporte. Em fevereiro, o Conselho Monetário Nacional autorizou um financiamento de até 8 bilhões com garantia do Tesouro Nacional.
A expectativa é que o valor autorizado fique 1 bilhão menor. O Ministério da Fazenda acompanha o desfecho e avalia o impacto na recuperação da estatal.
Detalhes do empréstimo e condições
Segundo apuração, o empréstimo deverá seguir o modelo utilizado no ano passado, com carência de pelo menos três anos e prazo total de até 15 anos para quitação.
Diversas instituições financeiras foram acionadas, formando um pool para disponibilizar o montante. Em 2004, os Correios já haviam contratado um empréstimo de 12 bilhões, parte do atual plano de reestruturação.
O governo estuda ainda o efeito dessa medida sobre as contas da estatal. Em 2025, a empresa registrou prejuízo de 8,5 bilhões de reais, o quarto resultado negativo consecutivo desde 2021.
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