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Dasa gera caixa e tem lucro no 1º tri, avançando no turnaround

Dasa gera caixa e lucra no primeiro trimestre, avançando no turnaround com foco no diagnóstico e melhoria de fluxo de caixa livre

Dasa gera caixa e tem lucro no primeiro tri, avançando no turnaround
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  • A Dasa voltou a gerar caixa e teve lucro no primeiro trimestre, revertendo o prejuízo registrado no ano anterior.
  • Na base pro forma, a receita líquida atingiu R$ 2,4 bilhões, alta de 14% frente ao mesmo período do ano passado; o EBITDA subiu 28% para R$ 573 milhões e o lucro líquido ficou em R$ 9 milhões.
  • A dívida líquida ficou em R$ 5,6 bilhões ao fim do primeiro tri, com alavancagem abaixo de 3x EBITDA, mantendo o foco no core business de laboratórios diagnósticos.
  • O fluxo de caixa livre foi de R$ 5 milhões no trimestre, com expectativa de melhoria contínua para o consolidado do ano; a empresa sinaliza poucos investimentos em 2026.
  • Para 2027, a ideia é acelerar investimentos, abrir novos laboratórios da marca Alta e ampliar tecnologia e laboratórios centrais; a empresa já realizou desinvestimentos recentes e pode avaliar novas oportunidades, mantendo ativos como Hospital da Bahia e AMO.

A Dasa voltou a gerar caixa e reverteu o prejuízo do ano anterior no primeiro trimestre, avançando em seu processo de turnaround após simplificar a operação. O CEO Rafael Lucchesi destaca que o time novo funciona bem e houve crescimento orgânico expressivo no top line.

No trimestre, a receita líquida na base pro forma atingiu 2,4 bilhões de reais, com EBITDA de 573 milhões e lucro de 9 milhões. Esses números desconsideram ativos remanescentes na joint venture com a Amil e negócios vendidos, apontando melhora frente ao mesmo período de 2025.

A geração de caixa também avançou: fluxo de caixa livre de 5 milhões de reais, mesmo com sazonalidade típica do primeiro semestre. Segundo Lucchesi, 2026 começa sem efeitos contábeis pesados, com foco em manter crescimento e melhoria de margens.

Desinvestimentos e foco no core

A operação manteve foco no core business, diagnóstico laboratorial, após a venda de Argentina, saúde ocupacional e o Hospital São Domingos. Com isso, a dívida líquida ficou em 5,6 bilhões de reais no fim do primeiro trimestre, com alavancagem abaixo de 3x EBITDA.

Na base atual, a Dasa reduziu ativos e manteve construção de margens. A gestão sinaliza possibilidade de novas decisões de desinvestimento, mantendo o portfólio centrado em serviços laboratoriais e atendimento de maior valor agregado.

Perspectivas para 2026 e próximos passos

A administração espera manter a geração de caixa com menor necessidade de capital de giro nos próximos trimestres. O plano para 2027 inclui acelerar investimentos, especialmente na marca Alta, além de tecnologia e laboratórios centrais.

Ao longo de 2025 e início de 2026, a Dasa fechou cerca de 50 unidades que tinham desempenho abaixo do esperado. A empresa continua monitorando oportunidades que contribuam para o crescimento e eficiência do negócio.

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