- O dólar à vista fechou próximo da estabilidade, em alta de 0,09%, cotado a R$ 4,8955.
- Durante o pregão, o dólar variou entre R$ 4,8886 (mínima) e R$ 4,9156 (máxima).
- O euro comercial caiu 0,24%, para R$ 5,7470.
- O índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de moedas, subiu 0,36%, para 98,303 pontos.
- A percepção de risco global piorou novamente, com alta nos preços do petróleo ajudando o real a atuar como proteção.
O dólar à vista encerrou o pregão desta terça-feira perto da estabilidade, com leve valorização de 0,09%. A moeda foi cotada a R$ 4,8955, após oscilar entre R$ 4,8886 (mínima) e R$ 4,9156 (máxima). O movimento ocorreu em um cenário de maior aversão global ao risco, mas com impactos contidos diante da recuperação de commodities.
O recuo no preço do euro comercial ficou em 0,24%, cotado a R$ 5,7470. No exterior, o índice DXY, que mede a força do dólar ante uma cesta de seis moedas desenvolvidas, avançou 0,36%, aos 98,303 pontos, por volta das 17h10.
O comportamento do câmbio ficou atrelado à percepção de risco global, que piorou apesar do petróleo ganhar valor. Entre os pares sensíveis à variação da commodity, a coroa norueguesa e o dólar canadense acompanharam a tendência, atuando como reflexo indireto das oscilações no preço do petróleo.
A leitura geral aponta que o movimento do dólar foi influenciado pela incerteza geopolítica relacionada a tensões entre EUA e Irã, bem como por fatores macro presentes no cenário internacional, mantendo o real relativamente protegido frente à deterioração externa.
As negociações se encerraram com o dólar próximo da estabilidade, após terem mostrado alta moderada ao longo do dia. A dinâmica de curto prazo permanece sujeita a acontecimentos no front de risco global e a novas curvas de preços de commodities.
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