- A Febraban alertou, nesta terça-feira, sobre golpe do falso emprego, em que criminosos se passam por recrutadores para atrair candidatos.
- A tática usa mensagens via WhatsApp, e-mail ou redes sociais para obter fotos, documentos, dados bancários e assinaturas digitais das vítimas.
- Os golpistas também podem exigir pagamentos de taxa de inscrição, exames médicos falsos ou cursos preparatórios para vagas inexistentes.
- Os crimes envolvem estelionato, furto mediante fraude e apropriação indébita, com risco de uso da imagem em biometria e de financiamentos em nome da vítima.
- Recomendações da Febraban: desconfiar de vagas muito acima da média, confirmar a vaga diretamente no site da empresa, checar a autenticidade do recrutador, não enviar documentos sem certeza e não pagar qualquer taxa.
A Febraban — Federação Brasileira de Bancos — alertou nesta terça-feira (12) sobre o golpe do falso emprego. A prática envolve recrutadores simulados que prometem vagas atraentes, com o objetivo de coletar dados de candidatos. O alerta visa esclarecer como funciona o esquema e como evitá-lo.
Criminosos se passam por recrutadores e por agências de emprego falsas, enviando mensagens por WhatsApp, e-mail ou redes sociais. Com isso, obtêm fotos, documentos, dados bancários e assinaturas digitais das vítimas. A oferta enganosa funciona como isca para capturar informações sensíveis.
Além dos dados, os golpistas podem cobrar taxas de inscrição, exames médicos ou cursos preparatórios, tudo relacionado à vaga inexistente. Riscos incluem uso indevido de imagem em biometria e emissão de financiamentos em nome das pessoas lesadas.
Os crimes praticados no golpe do falso emprego são estelionato, furto mediante fraude e apropriação indébita, descritos no Código Penal. A seguir, as recomendações oficiais para evitar cair no golpe.
Recomendações da Febraban
1. Desconfie de processos seletivos simplificados e de salários acima da média.
2. Verifique, antes de abrir links, a existência da vaga diretamente no site ou nas redes da empresa.
3. Confirme a autenticidade do recrutador e se ele tem ligações reais; cheque endereços corporativos em e-mails.
4. Não envie fotos de documentos, dados bancários ou assinaturas digitais sem certeza da idoneidade.
5. Não efetue qualquer pagamento, inclusive taxas, exames ou cursos pré-contratação.
Entre na conversa da comunidade