- A União Europeia retirou o Brasil da lista de países que cumprem regras contra o uso excessivo de antibióticos na pecuária, em 12 de maio.
- A medida pode prejudicar as exportações brasileiras de carne bovina para o bloco europeu, segundo a Fiemg.
- O presidente da Fiemg, Flávio Rosco, afirmou que a decisão demonstra preocupação com uma questão já regulada no Brasil e que não representa ameaça à saúde pública.
- A entidade destacou o sistema de fiscalização rigoroso do Brasil e que a carne brasileira segue padrões internacionais, advertindo que a retirada pode gerar insegurança jurídica e prejudicar a imagem do setor.
- A União Europeia informou que o Brasil não atendeu a critérios específicos, com efeito a partir de junho; a Fiemg pediu diálogo e disse que continuará acompanhando o tema para manter o acesso ao mercado europeu.
A União Europeia retirou o Brasil de uma lista de países que cumprem suas regras contra o uso excessivo de antibióticos na pecuária. A decisão foi anunciada nesta terça-feira, 12 de maio, e pode impactar as exportações brasileiras de carne bovina para o bloco, segundo autoridades do setor.
A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) afirmou que a medida pode reduzir a competitividade do setor produtivo brasileiro, que já enfrenta barreiras comerciais. Flávio Rosco, presidente da entidade, disse que a decisão demonstra preocupação com uma questão já regulada no Brasil e em outros países, sem representar ameaça à saúde pública.
A União Europeia justificou a saída do Brasil com o argumento de que o país não atendeu a critérios específicos sobre o uso de antibióticos na pecuária, o que pode afetar saúde pública e resistência bacteriana. A medida passa a valer a partir de junho deste ano.
Reações e expectativas
A Fiemg destacou a importância de manter o diálogo entre as nações e o respeito às normas internacionais. A entidade disse que continuará acompanhando o tema e buscando alternativas para assegurar o acesso brasileiro ao mercado europeu.
Acompanhamento e próximos passos
A organização paulista reforçou que monitorará impactos regulatórios e comerciais, bem como possíveis medidas de cooperação técnica com autoridades europeias para reduzir riscos de interrupção de negócios. A decisão foi comunicada pela União Europeia nesta semana.
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