- A Fiemg criticou o fim da “taxa das blusinhas” cobrada de plataformas internacionais, como Shein, Shopee e AliExpress.
- A entidade afirma que a medida pode ampliar a concorrência desleal e impactar empregos na indústria brasileira.
- O presidente da Fiemg, Flávio Rosco, disse que a retirada da taxa representa risco à indústria nacional, que já enfrenta alta tributação e crise econômica.
- A federação teme a entrada de produtos ilegais ou de baixa qualidade no mercado brasileiro sem a cobrança.
- A Receita Federal defendia a taxa como proteção à indústria; o governo informou que a extinção visa estimular o comércio eletrônico e reduzir custos aos consumidores.
A Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) criticou o fim da taxa de 15% cobrada de plataformas internacionais de comércio eletrônico, como Shein, Shopee e AliExpress. A entidade entende que a medida aumenta a entrada de produtos no Brasil e eleva a concorrência desleal contra a indústria nacional. A decisão foi anunciada pelo governo federal recentemente.
Segundo o presidente da Fiemg, Flávio Rosco, a retirada da taxa representa risco para a indústria brasileira, que já enfrenta alta carga tributária, competição de importados e a crise econômica. Rosco afirmou que a indústria gera milhares de empregos e precisa de proteção para sobreviver.
A Fiemg também alertou que a medida pode facilitar a entrada de produtos ilegais ou de baixa qualidade no mercado brasileiro, prejudicando consumidores e a reputação das empresas nacionais. A entidade sustenta que a cobrança anterior ajudava a assegurar regras brasileiras e condições de competição.
Impactos e próximos passos
O governo federal anunciou a extinção da cobrança de 15% sobre compras internacionais feitas por plataformas de comércio eletrônico, como parte de incentivos ao comércio digital e à competitividade. A medida visa reduzir custos para consumidores e estimular o setor.
Ainda segundo a Receita Federal, a taxa tinha função de proteger a indústria local e arrecadar recursos para o governo. Com a extinção, a pasta espera ampliar a disponibilidade de produtos e fomentar o consumo online.
A Fiemg informou que continuará acompanhando o tema e defenderá os interesses da indústria mineira e brasileira, buscando condições para uma concorrência justa e para o crescimento do setor. A entidade não informou novas ações públicas previstas.
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