- INPC desacelerou para 0,81% em abril, após alta de 0,91% em março.
- Nos quatro primeiros meses de 2026, o índice subiu 2,70%, e acumulou 4,11% nos últimos doze meses até abril.
- Alimentos aumentaram 1,37% em abril, ante 1,65% em março; itens não alimentícios subiram 0,63% no mês, contra 0,67% em março.
- Em São Luís, houve a maior variação regional, de 1,16%, influenciada pelo gás de botijão (7,03%) e por artigos de higiene pessoal (2,23%).
- Em Brasília, a menor variação foi de 0,09%, puxada pela queda da passagem aérea (-10,88%) e do ônibus urbano (-6,58%).
O INPC desacelerou para 0,81% em abril, após 0,91% em março, segundo o IBGE. O indicador mede a variação de preços para famílias com renda de 1 a 5 salários mínimos.
Com o resultado, o índice acumula 2,70% nos primeiros quatro meses de 2026. No acumulado de 12 meses até abril, o INPC está em 4,11%, ante 3,77% em março.
Entre os componentes, alimentos subiram 1,37% em abril, frente a 1,65% em março. Itens não alimentícios avançaram 0,63%, após 0,67% no mês anterior.
Desempenho regional
A maior variação ocorreu em São Luís, com 1,16%, influenciada pelo gás de botijão (7,03%) e por artigos de higiene pessoal (2,23%).
A menor variação foi registrada em Brasília, de 0,09%, ajudada pela queda na passagem aérea (-10,88%) e no ônibus urbano (-6,58%).
Fonte: IBGE
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