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Lula encerra a cobrança conhecida como taxa das blusinhas

Medida provisória assinada por Lula zeraria imposto federal sobre importações abaixo de US$ 50, após endurecimento contra contrabando e melhoria da regularização do setor

Lula acaba com a 'taxa das blusinhas'
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  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou medida provisória que zerou o imposto federal sobre compras de importações abaixo de US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”.
  • A norma vale para itens importados com valor até cinquenta dólares.
  • A medida foi anunciada após Lula dizer que o governo iria anunciar uma medida, mas não poderia adiantar o escopo.
  • O secretário-executivo da Fazenda, Rogério Ceron, explicou que a retirada da tributação, após três anos, só foi possível com o endurecimento de ações contra contrabando e a regularização do setor.
  • A publicação ocorreu momentos antes de Lula ir à posse do presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Kassio Nunes Marques.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma medida provisória que zerra o imposto federal sobre compras de importações abaixo de US$ 50 no Brasil. A chamada “taxa das blusinhas” deixa de incidir nesses itens, reduzindo custos para consumidores.

A medida foi anunciada após Lula mencionar, em entrevista ao portal Brasil 247, que o governo iria divulgar uma ação, mas não poderia adiantar o conteúdo. A declaração ocorreu pouco antes de o presidente ir à posse do novo presidente do TSE, Kassio Nunes Marques.

Segundo o secretário-executivo da Fazenda, Rogério Ceron, a retirada da tributação ocorreu após três anos de endurecimento de ações contra o contrabando e com a regularização do setor. A decisão envolve compras de importação de itens de consumo com valor unitário baixo.

Contexto e impactos

A medida busca simplificar a tributação sobre pequenas compras feitas do exterior. A equipe econômica aponta que a mudança depende do avanço no combate a irregularidades e na formalização de setores ligados a importações de baixo valor.

Especialistas apontam que a alteração pode afetar a arrecadação federal de itens de consumo importados. O governo não indicou data de implementação final nem relação com outras medidas de arrecadação. Acompanhamento técnico e fiscal permanece em avaliação pelas autoridades.

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