- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, participa nesta terça-feira, 12 de maio, de audiência pública na comissão que avalia o fim da escala 6×1, às 16h30, no plenário 2.
- A audiência vai reunir diagnósticos, estudos e pesquisas sobre os impactos econômicos da revisão da jornada de trabalho e da reorganização das escalas.
- Convidados incluem representantes do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE/FGV), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e do Instituto de Economia da Unicamp.
- A comissão especial, que começou a funcionar em 29 de abril, analisa duas propostas de emenda à Constituição que visam reduzir a jornada para 36 horas semanais.
- O presidente da comissão, Alencar Santana, espera votar o relatório até o fim de maio; na semana passada, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, defendeu a implementação imediata do fim da escala 6×1.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, participa nesta terça-feira (12/5) de audiência pública da comissão que avalia o fim da escala 6×1 na Câmara dos Deputados. A conversa começa às 16h30, no plenário 2. O objetivo é compreender os impactos econômicos da revisão da jornada de trabalho.
O convite aos participantes foi feito por deputados de diferentes partidos, entre eles Túlio Gadêlha, Carlos Zarattini, Fernando Mineiro, Rubens Pereira Júnior e as deputadas Julia Zanatta, Erika Hilton e Fernanda Melchionna. A ideia é ouvir diagnósticos, estudos e pesquisas sobre a reorganização das escalas.
Participantes e objetivo
Além do ministro, foram confirmados representantes do IBRE/FGV, do IPEA e do Instituto de Economia da Unicamp. A audiência busca embasar as decisões sobre as propostas de emenda à Constituição que tratam da redução da jornada para 36 horas semanais.
A comissão especial começou a funcionar em 29 de abril e tem como meta analisar as PECs que preveem a redução da jornada. O presidente da comissão, Alencar Santana, trabalha para que o relatório seja votado até o fim de maio.
Na semana anterior, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, defendeu a adoção imediata da mudança, com redução para 40 horas semanais sem redução salarial. A pauta, porém, depende de avaliação parlamentar e de estudos técnicos.
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