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Natura registra prejuízo, mas acredita que o pior ficou para trás

Natura registra prejuízo de R$ 445 milhões no 1º trimestre; 75% da reestruturação está concluída e os ganhos devem acelerar a partir do segundo trimestre

Ações da Natura caíam mais de 4% por conta do resultado do 1º trimestre
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  • Natura registrou prejuízo líquido de R$ 445 milhões no 1º trimestre, com receita de R$ 4,7 bilhões e Ebitda de R$ 346 milhões (margem de 7,3%).
  • A empresa afirmou que já concluiu mais de 75% da reestruturação; os custos da reorganização devem diminuir e os benefícios devem acelerar a partir do segundo trimestre.
  • Sem os custos extraordinários, a rentabilidade seria de 12% no trimestre. O fluxo de caixa livre das operações continuadas ficou negativo em R$ 430 milhões.
  • A alavancagem financeira subiu para 2,11 vezes; a Natura espera redução, buscando entre 1,0 e 1,5 vez ao fim do ano.
  • A companhia pretende retomar vendas no Nordeste e focar em categorias promissoras, mas alerta para riscos com migração de sistemas (implantação de SAP) no segundo trimestre.

A Natura registrou um prejuízo líquido de 445 milhões de reais no primeiro trimestre, com uma receita de 4,7 bilhões e uma queda de 7,7% na comparação anual. O EBITDA caiu 47%, para 346 milhões, e a margem caiu para 7,3%.

A direção aponta que a maior parte da reestruturação já foi concluída, o que deve reduzir custos no segundo semestre. O presidente executivo João Paulo Ferreira afirmou que 75% da reorganização está finalizada e os benefícios devem acelerar.

A diretora financeira Silvia Vilas Boas disse que, sem os custos extraordinários, a rentabilidade poderia ter ficado em 12%. O fluxo de caixa livre das operações continuadas ficou negativo em 430 milhões no trimestre.

A Natura mantém foco comercial no Nordeste e em categorias com maior potencial, como body splash. A migração de sistemas prevista para o segundo trimestre pode gerar turbulência operacional.

A empresa informou que a alavancagem financeira subiu para 2,11 vezes, ante 1,57 vezes no trimestre anterior, com expectativa de redução ao longo do ano. O objetivo é chegar entre 1,0 e 1,5 vez até o fim de 2026.

No âmbito operacional, a companhia sinaliza que a simplificação da estrutura, aliada ao ajuste de custos, deverá sustentar a recuperação de margem e a geração de caixa, mesmo diante de um ambiente de consumo fraco.

Desempenho financeiro e ajustes

Ferreira destacou que a menor despesa com a reestruturação deve refletir a partir do segundo trimestre, ao mesmo tempo em que a empresa observa impactos do mercado brasileiro e argentino. A substituição de sistemas é vista como risco contido, com plano de contingência.

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