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Preço do petróleo sobe; Brent fica próximo a US$ 108 com temor de escalada EUA-Irã

Petróleo dispara; Brent a US$ 108 e WTI a US$ 101,5, com temores de escalada entre EUA e Irã após críticas de Trump ao cessar-fogo

— Foto: GettyImages
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  • O Brent operava próximo de US$ 108 por barril às 11h, em US$ 107,94, alta de 3,6%.
  • O WTI avançava para US$ 101,55 por barril, alta de 3,55%.
  • Desde 28 de fevereiro, início da guerra liderada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã, Brent e WTI já sobem mais de 40%.
  • O mercado monitora impactos no estreito de Ormuz; o CEO da Saudi Aramco, Amin Nasser, disse que a normalização pode levar até 2027 se o estreito permanecer bloqueado por semanas.
  • Analistas do Citi indicam que os preços podem permanecer voláteis e subir se as negociações entre EUA e Irã continuarem travadas.

O preço do petróleo disparou nesta terça-feira (12), com o Brent próximo de US$ 108 por barril, após declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, que elevaram o temor de uma escalada no conflito com o Irã. O mercado também observa a dinâmica de oferta global diante da tensão.

Às 11h (horário de Brasília), o Brent subia 3,6%, cotado a US$ 107,94 por barril, enquanto o WTI avançava 3,55%, para US$ 101,55 por barril. A escalada ocorre em meio a receios persistentes sobre o Estreito de Ormuz e o efeito sobre os suministros globais.

Contexto e impactos do conflito

Desde o início da guerra no Oriente Médio, em 28 de fevereiro, Brent e WTI acumulam alta superior a 40%. Analistas destacam que o bloqueio do estreito, caso se prolongue, pode manter a volatilidade dos preços. O mercado também acompanha a posição de grandes companhias petrolíferas.

Quem está envolvido e por quê

O aumento de preços é impulsionado por declarações de Trump sobre a veracidade do cessar-fogo com Teerã e pela rejeição da contraproposta iraniana para encerrar o conflito. A saudita Aramco e outras operadores avaliam impactos na oferta global.

Desdobramentos recentes

Na segunda-feira, o CEO da Saudi Aramco, Amin Nasser, afirmou que a normalização do mercado pode levar até 2027 se o estreito permanecer bloqueado por mais semanas. Analistas do Citi apontam volatilidade contínua caso as negociações não avancem.

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