- O CEO global do Inter, João Vitor Menin, disse que o banco pode crescer sem perder rentabilidade, em gathering com investidores em Nova York.
- O Inter apresentou a nova meta chamada “regra 50”, que soma dois indicadores para alcançar 50 sem uma meta específica para cada um.
- A meta 60-30-30, de chegar a 60 milhões de clientes, ROE de 30% e índice de eficiência de 30% até o fim de 2027, permanece.
- O banco tem participação de 9% no Pix e busca esse patamar no crédito, onde hoje fica entre 1,5% e 2%.
- Em consignado privado, o Inter pretende alcançar 9% até 2029 para aumentar a receita.
O Inter apresentou novas metas e objetivos para os próximos anos. O CEO global, João Vitor Menin, comunicou a investidores em Nova York que o banco busca crescer mantendo rentabilidade.
Foi anunciada a chamada meta “regra 50”, que estabelece que a soma de dois indicadores deve alcançar 50, sem fixar uma meta específica para cada um. A ideia é balancear resultado e eficiência.
Apesar da nova regra, o Inter mantém a meta 60-30-30 para 2027: 60 milhões de clientes, ROE de 30% e índice de eficiência de 30%. A instituição também sinaliza continuidade de estratégias para ampliar participação.
O banco afirma que já tem 9% de participação no Pix e pretende atingir esse nível no crédito, onde o market share é menor, entre 1,5% e 2%. Menin comentou que diferentes produtos terão dinâmicas próprias.
Para o consignado privado, a meta é alcançar 9% de participação até 2029, o que, segundo o executivo, pode impulsionar a receita do Inter de forma relevante. As declarações foram dadas durante a reunião com investidores.
Detalhes das metas
O Inter aponta que o crescimento requer ajuste entre produtos, rentabilidade e eficiência. A companhia mantém o foco em ampliar receitas em diversos segmentos, conforme as condições de cada área de atuação.
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